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Libertem a Palestina!

Desde o dia 27 de Dezembro de 2008 temos presenciado mais um conflito sangrento no Oriente Médio, dessa vez, na Faixa de Gaza, território árabe, sob direção do grupo mulçumano Hamas, que sob acusação de ter disparado mísseis, diga-se de passagem, caseiros, no sul de Israel, sobre um duro ataque militar, por ar, terra e mar, que já passou de três semanas, e está às vésperas de atingir a marca de 1000 mortes, e cerca de 4000 feridos – cabe ressaltar que 277 vítimas são crianças.


Corpos empilhados...

Apesar das pressões internacionais pelo fim dos ataques ao povo de Gaza, Israel anunciou nesta segunda feira (12/01) que intensificaria ainda mais o que chama de caça ao “terrorismo”, que analisando a proporção das mortes de ambos os lados e o poderio militar dispare, não é outra coisa senão uma “cruzada sionista”, vulgo racismo semita, que além de contar com um imenso arsenal bélico moderno e bilionário, conta com o silêncio do governo norte-americano, parceiro histórico, que desde o início, muito pouco fez, a não ser aprovar no próprio Senado o “direito de defesa israelense”, questionado pela ONU, Cruz Vermelha, Espanha, França, Rússia, China, Líbia, Irã, Venezuela (que expulsou o embaixador israelense) e até mesmo o Vaticano, que na semana passada comparou Gaza com um “verdadeiro campo de concentração nazista” - palavras de Renato Martino, presidente do Conselho de Justiça e Paz do Vaticano.

Para entender o conflito na região, antes de mais nada, é preciso ir ao século XIX, quando os judeus começaram a migrar para a região, movidos pelo projeto ‘sionista’, o qual tinha como objetivo fundar o estado de Israel dentro da Palestina – território Árabe há séculos -, sob pretexto de que sempre foi um povo perseguido (Império Romano, e mais tarde o Nazismo) e que ainda não tinha um Estado-Nação. O projeto de migração se intensificou no fim da Segunda Guerra Mundial, quando a região passou ao comando dos Britânicos, e teve seu ápice, no fim da segunda Guerra Mundial, quando em 1947 a ONU propôs a divisão do território Palestino entre árabes e Israelenses (55% para israelenses), e em 1948 Israel declarou-se Nação, gerando a partir daí uma revolta interminável, que se expandiu para vários outros países árabes que faziam fronteiras, como Iraque, Irã, Líbia, Egito, Jordânia, etc., marcando a história daquela região por vários conflitos, como por exemplo, a “Intifada” em 1987.

O grupo islâmico Hamas, eleito democraticamente em 2006, não reconhece o direito de existência do estado israelense, assim como os grupos Hezbollah e Fatah.

Enfim, desde o início desse verdadeiro genocídio, várias pressões internacionais estão acontecendo pelo fim dos ataques a Gaza, e amanhã, na Praça Alencastro, a partir das 11:30h a Comunidade Islâmica cuiabana estão convocando um ato de solidaridade aos povos árabes.



E por quê é importante participar? Por vários motivos, o principal, é que apesar de estarmos muito distantes geograficamente, simbolicamente o ato se somará com as várias outras centenas que estão acontecendo pelo mundo, e juntos, representam um grande peso na hora das decisões diplomáticas. Muitas questões estão em jogo, e o sentimento que corre por todos nós e que ações militares tais como as que estão acontecendo, são INADIMISSÍVEIS!


Manifestação dentro da Faixa de Gaza

Abaixo um pequeno texto que corre pela internet que pode ajudar a explicar a situação:

[..]
Doze regras de redação da Grande Mídia Internacional quando a noticia é do Oriente Médio
1) No Oriente Médio são sempre os árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. Esta defesa chama-se represália.

2) Os árabes, palestinos ou libaneses não tem o direito de matar civis. Isso se chama "terrorismo" .

3) Israel tem o direito de matar civis. Isso se chama "legitima defesa".
4) Quando Israel mata civis em massa, as potencias ocidentais pedem que seja mais comedida. Isso se chama "Reação da Comunidade Internacional" .

5) Os palestinos e os libaneses não tem o direito de capturar soldados de Israel dentro de instalações militares com sentinelas e postos de combate. Isto se chama "Sequestro de pessoas indefesas."

6) Israel tem o direito de seqüestrar a qualquer hora e em qualquer lugar quantos palestinos e libaneses desejar. Atualmente são mais de 10 mil, 300 dos quais são crianças e mil são mulheres. Não é necessária qualquer prova de culpabilidade. Israel tem o direito de manter seqüestrados presos indefinidamente, mesmo que sejam autoridades eleitas democraticamente pelos palestinos. Isto se chama "Prisão de terroristas" .

7) Quando se menciona a palavra "Hezbollah", é obrigatória a mesma frase conter a expressão "apoiado e financiado pela Síria e pelo Irã".

8) Quando se menciona "Israel", é proibida qualquer menção à expressão "apoiada e financiada pelos EUA". Isto pode dar a impressão de que o conflito é desigual e que Israel não está em perigo de existência.

9) Quando se referir a Israel, são proibidas as expressões "Territórios ocupados", "Resoluções da ONU", "Violações dos Direitos Humanos" ou "Convenção de Genebra".

10) Tanto os palestinos quanto os libaneses são sempre "covardes", que se escondem entre a população civil, que "não os quer". Se eles dormem em suas casas, com suas famílias, a isso se dá o nome de "Covardia". Israel tem o direito de aniquilar com bombas e misseis os bairros onde eles estão dormindo. Isso se chama Ação Cirúrgica de Alta Precisão".

11) Os israelenses falam melhor o inglês, o francês, o espanhol e o português que os árabes. Por isso eles e os que os apóiam devem ser mais entrevistados e ter mais oportunidades do que os árabes para explicar as presentes Regras de Redação (de 1 a 10) ao grande público. Isso se chama "Neutralidade jornalística" .

12) Todas as pessoas que não estão de acordo com as Regras de Redação acima expostas são "Terrotistras anti-semitas de Alta Periculosidade" .

(Texto francês anônimo, enviado por leitor ao Blog da Carta Maior) [...]
* Texto de Bruno P. Rodriguês/Assessoria de Comunicação da OCT.

7 Comentario para EXCLUSIVO: Comunidade Islâmica Convoca Cuiabá para ato!

Anônimo
13 de janeiro de 2009 18:00

Estado Sionista Nazista de Israel

Bruno Tiasques
13 de janeiro de 2009 18:45

Já ia me esquecendo... gostaria de indicar aos leitores um endereço virtual que tem sido um pólo de aglutinação das diferentes mobilizações em torno da questão:

wwww.somostodospalestinos.blogspot.com

Lá poderão ser localizadas noticiais do tem acontecido no mundo todo, além de videos e fotos.

14 de janeiro de 2009 09:20

ENGRAÇADO, É SÓ COMEÇAR UMA GUERRINHA QUE SEMPRE O MALDOSO É AKELE QUE É MAIS FORTE!

O MAIS ENGRAÇADO AINDA, É MUITOS QUE ESTAO AKI NO BRASIL SEM TER NENHUM PARENTESCO COM O ENVOLVIDOS, FICAR LEVANTANDO BANDEIRA A FAVOR OU CONTRA UM DOS LADOS ENVOLVIDOS NESSA GUERRA.

POR QUE QDO A BOLIVIA TOMOU AS INSTALAÇOES PETROBRAS, ESSES MESMOS BRASILEIROS NAO SE REVOLTARAM COM A ATITUDE BOLIVIANA?

POR QUE NOS PROPRIOS BRASILEIROS NAO FAZEMOS PASSEATAS CONTRA NOSSO GOVERNO, QUE NOS SUGA ATRAVES DOS IMPOSTOS, QUE ROUBAM O FUTURO DE NOSSAS CRIANÇAS ATRAVES DA CORRUPÇAO DESLAVADA?

POR QUE NAO FAZEMOS PASSEATAS, EXIGINDO QUE TENHAMOS MAIS SEGURANÇA, QUE SE ALTERE A LEI CONTRA OS CRIMES EM NOSSO PAIS.. ETC.

PODERIA ESCREVE 1 MILHAO DE ARGUMENTOS AKI, MAS NAO ADIANTA, A MUDANÇA ESTA É NO COMPORTAMENTO E EDUCAÇAO DE UMA NAÇAO, QUALIDADES QUE ANDAM EM FALTA EM NOSSO PAIS.

Bruno Tiasques
14 de janeiro de 2009 15:59

Não chamaria de “guerrinha” uma ofensiva de 3 semanas com o saldo de 1000 mortos e mais de 4000 mil feridos, meu caro. E nem é preciso ir muito longe para identificar qual o lado que está fazendo uma verdadeira “limpeza étnica”, que inclusive não se restringe a esse conflito, ou o do Líbano em 2006, mas desde a fundação do Estado Israelense, DENTRO DE UM TERRITÓRIO ÁRABE.

A desproporcionalidade bélica, quando queremos identificar o forte e o fraco nesse conflito, fala por si mesma, me desculpe, mas não tem o que discutir em cima de um fator tão notório como este.

E convenhamos, comparar o caso de “Gaza”, com as ações bolivianas dos últimos anos de nacionalização das MULTINACIONAIS, entre elas, empresas brasileiras,é um muito complicado... Primeiro, que a discussão não se trata de soberania de nações no caso de Gaza, mas de questões étnico-religiosas, segundo, que não reconhecer as origens geopolíticas do conflito, historicamente muito bem documentado, se constitui em um equivoco, que não tem outra função a não ser fazer coral a impressa israelense, financiada dos pés a cabeça pelos grandes banqueiros e coorporações. Quanto ao caso da Bolívia, bem... já ouviu aquela história que o boliviano vê o brasileiro, da mesma forma que vemos os norte-americanos? Pois é, todo oprimido é um opressor também... E quer saber?... o governo brasileiro deveria seguir o exemplo, e nacionalizar tudo, aproveitar o exemplo dá Venezuela, e mandar o embaixador israelense para pqp...Mas aí já é outra história, que dá muito pano pra manga...

Essa questão de Gaza particularmente me traz muitas preocupações, principalmente com o fato de todos os judeus serem confundidos com o governo racista israelense, quando sabemos que vários judeus são inclusive contrários a permanência de Israel no Oriente Médio. E hoje na manifestação, que eu fui, um próprio membro da comunidade islâmica cuiabana falou que no Brasil as comunidades judaicas e islâmicas vivem em perfeita harmonia.

Enfim, não vejo por que nosso povo não expressar sua solidariedade aos povos palestinos... Não é por que não nascemos no mesmo território, que deixamos de reconhecer que eles também são seres humanos, como nós, e que neste momento, o que podemos fazer, devido a grande distância (Infelizmente) é pressionar internacionalmente com nossas mobilizações, que de umas semanas para cá, ocorrem em todos os continentes do planeta...

No mais, obrigado pela opinião – aqui o debate sempre é bem vindo!

15 de janeiro de 2009 09:04

LOGICO, APENAS COLOQUEI UMA OPINIAO, TODO DEBATE EM PLENA CONSCIENCIA É BOM!

MAS
O POVINHO QUE GOSTA DE GUERRA, PQP.

EU GOSTO É DE BRAHMA, SKOL, ANTARCTICA. DE MÉ!

15 de janeiro de 2009 23:53

Você quêr aparecer! Sai fora da aí seu bêbado! Tú tá tonto ou, é. É pura embriagues.

16 de janeiro de 2009 00:01

Tú só quêr aparecer isso sim!

HumM:tua análise fede à bafo de cachaça! Uma opnião 'tola' como esta para assunto, absolutamente, sério só um, 'tonto'. Chega! Analise com 'moderação'.

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