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  • MAPA DO OPERAÇÃO CAVALO DE TRÓIA:

    O Operação Cavalo de Tróia" é dono de um imenso acervo relacionado ao rock, onde são encontradas matérias relacionadas a artístas, documentários, filmes e obras literárias. Além disso, o internauta poderá acompanhar a agenda de eventos culturais que acontecem em âmbito regional (Mato-Grosso), como em âmbito nacional. Para ficar por dentro do acervo e programação, acesse a "barra de pesquisa", ou clique nos respectivos marcadores

  • Tiasques

    Ufos, barricadas, anarquia, a mente humana e seus mistérios. Eis um resumo do que vem a ser o Tiasques, banda formada em maio de 2006 em Cuiabá-MT, e que de lá pra cá vem ganhando novos fãs e trilhando seu caminho com canções autorais. Saiba mais sobre a banda no www.myspace.com/tiasques

  • Base Oculta

    Banda cuiabana formada por Tenio e Dinho Moura, Augusto, Caio B. e Jósa Souza, cuja origem data de Agosto de 2003, adepta da vertente Pop Rock. Em dezembro de 2010 lançou o CD "Vamos Nessa", que pode ser conferido no www.myspace.com/baseoculta

  • Cavernas Bar

    Cavernas Bar se trata da casa mais famosa e prestigiada na cena rock/metal cuiabana. Em torno de uma década consagra a noite cuiabana com programações semanais, onde se revezam no palco bandas locais, nacionais e até de outros países. Está localizada no Centro de Cuiabá (MT), na Av. Barão de Melgaço, em frente ao Restaurante Popular..

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Scars Tattoo, um dos Pontos de Venda.

Desde ontem os ingressos antecipados do Festival Proclama Rock já estão à venda, no Estúdio OCT, BEBOP (centro) e Scars Tattoo (Av. Joaquim Murtinho – mesma rua da MTU).

Lembrando a todos:
1° Lote: Masc. = R$ 5,00/ Fem. = R$ 3,00;
2° Lote: Masc. = R$ 10,00/ Fem. = R$ 5,00.

Aqueles que adquirirem os ingressos do 1° lote, automaticamente concorrerão a uma tatuagem no Scars Tattoo. Mas corram, porque os ingressos são limitados!!!








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A banda mais irreverente de Cuiabá dará o ar da graça, dia 21/11, num show memorável de “Tributo a Mamonas Assassinas”!!! Para àqueles que pediram nesses últimos meses para que a banda interpretasse uma canção do Mamonas, não só interpretará uma, mas várias!!!



Pé-Rachado e os Porras lokas, atualmente é o quarteto formado por Marcelo Morto, André Cobra, Douglas Valderrama e Junior Conan. Na semana seguinte ao tributo, estão, juntamente com outras oito bandas, no FESTIVAL PROCLAMA ROCK.

Para conhecer mais do som dessa banda, que no ano de 2009 foi aclamada por muitos como a grande revelação do rock cuiabano, é só acessar o

PalcoMp3

My Space



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O grande dia está chegando!!! Nesse próximo domingo, dia 1/11 (véspera de feriado), acontecerá a 1° Mostra Sul-Americana de Zines Obscuros, a partir das 14h, com entrada gratuita. Para fechar o dia, a partir das 21:00h acontecerão 3 shows para os amantes do metal: BEMDESAR (Bolivia), GRAVE DESECRATOR (RJ) e NECROSODOMMY (MT). Mas para conferir os shows, os interessados devem adquirir os ingressos antecipados, que estão ao valor de R$ 10,00!


Grave Desacrator (RJ)

*Cavernas Bar está localizado na Av. Barão de Melgação, Centro, ao lado do Restaurante Serra.
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A grande vencedora do 16° Festival de Cinema e Vídeo, Branco ou Tinto, não pára! O mês de Novembro, definitivamente vai ser para fechar 2009 com ano de ouro, pois a banda se apresenta, para alegria dos fãs, em três ocasiões (duas delas em Cuiabá). Sem mais delongas, vamos às datas:

- 07/11 no Clube de Esquina: Guitar Hero + 7 bandas (Cartaz do topo);

- 14/11: Festa da “Mancha Verde” (Torcida organizada do Palmeiras) em união com a “Força Jovem” (Vasco). Informações:



- 28/11: Festival da Livraria, em São Paulo.

Força B.O.T.!!!
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Com o objetivo de promover um grande encontro de grupos, artistas, movimentos e entidades dedicadas a cultura negra, o mês de novembro torna-se em Cuiabá, o Novembro Negro. Segundo seus idealizadores o projeto Novembro Negro é uma fonte de inspiração e fomento a cultura negra discutindo e trabalhando para conscientizar a sociedade sobre a importância do povo negro e de sua cultura na formação do povo brasileiro.

A programação inicia no próximo dia 5 de novembro com intervenções urbanas realizadas a partir do Grafite. A proposta é colorir e divulgar a arte mato-grossense, promovendo a interação da comunidade. Os artistas produzirão telas de grafite até o dia 16 de novembro em oito pontos da cidade.
De 19 a 21 acontece a Mostra de Filmes Negros, sempre das 19 h às 21h no Auditório do Centro Cultural da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), na abertura da mostra acontece uma apresentação do Grupo Cultural de Dança Afro Ayoluwa no dia 16 às 19h, uma realização de Terra do Sol Empreendimentos Culturais. A atividade é gratuita.

No dia 19 o Novembro Negro entrega o Prêmio “Macário”, que visa aquelas pessoas que defendem o respeito e cultivo das tradições afro descendentes seja pela cultura, empreendedorismo e manutenção do patrimônio material e imaterial. O nome do prêmio é uma homenagem a um valente guerreiro que comandou a luta pelo reconhecimento das do quilombo de Mata Cavalo. A Cerimônia de entrega será as 21h logo após exibição do curta que conta um trecho dessa historia de luta e no relato dos quilombolas contam quem foi Macário e em seguida, as 22h será a vez de Luciana Bonfim presentear o público com o show Tributo a Clara Nunes. As 23h30 Começa Kizumba uma palavra que nasceu da expressão – Kizomba que era também a festa do povo negro que resistiu bravamente à escravidão. Numa estrutura criado especialmente para esse momento no Centro Cultural da UFMT q

O auge do evento acontece no dia 20 novembro, dia nacional da Consciencia Negra com o Ritmo dos Tambores, com show de Percussão do Instituto Mandala às 18h no largo da Igreja São Bendito com Participação do Grupo Cultural de Dança Afro Ayoluwa, grupo Batuque Nauá, Dj Spinha, Crew Gravidade Zero e convidados.

No Dia 21 novembro fechando acontece o Festival Dekebra, reunindo os b.boys, dançarinos, coreógrafos, profissionais da dança de rua, militantes da cultura Hip Hop de todo o Brasil para participarem da Batalha de Break dance. Entre outras atividades do dia 21 estão o Encontro de Dançarinos e Profissionais da Dança, o Encontro de Rebolation, a Batalha de B.boys intercalado com a Mostra Não Competitiva de Dança de Rua, Pocket Shows – Grupos de Rap.

Show nacional

Para encerrar as atividades do novembro negro, no dia 21 o público poderá prestigiar apresentação da Quelinah, MC Cabal, Grupo VMG e DJ MK e MC Garcia Gam . Após o show, segue a programação com Djs de Black Music entre eles o Dj Spinha idealizador do Festival DEKEBRA .
Numa super estrutura montada no Parque Aquático da UFMT que conta com praça de alimentação, pista de skate e Ainda o público poderá visitar a Feira Mix – Negra, com exposição de artes e artesanato e comercialização de roupas, bijouterias, livros, cd´s,dvd´s.

Organizadores

O Novembro Negro é realizado pelo Instituto Mandala e o Coletivo de Hip Hop- Maloca, conta com parceira da Terra do Sol Empreendimentos Culturais e Gaepac Pró-yby que vem realizando trabalhos na área cultural, esportiva, educacional, ambiental e inclusão social. O coletivo Maloca trabalha na Grande CPA e atende a comunidade em geral de mais de 50 bairros adjacentes. Já o Instituto Mandala trabalha na Região Sul com mais 94. Entre outras ações realizou atividades de continuidade e de promoção a cultura negra no Bairro com maior índice de população negra na capital: o Pedra 90.


FONTE: INSTITUTO MANDALA BLOGSPOT
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Banda formada em meados de 2007, por Sancho, Felipsycho e Zumbelvis, cujas influências encontram-se no rockabilly, country, punk horror, hillbilly, entre outros. A banda enumera algumas: “Johnny Cash, Elvis, Hank Williams, Westerns, Quadrinhos, Pulp-Fictions, Terror, Ficção Científica, Maldade, Cerveja, Mulheres, Cabarés, Chicotes, Cintas-Liga, Algemas, Oncinha, Pin-ups, Sangue, Cérebros, 50's, 77's, Zumbis, Psicopatas, José Mojica Marins, G. A. Romero, etc”.

As letras, por sua vez, retratam terror, humor negro, maldade, mulheres e hot-rods.


Aqui, um trecho da descrição “irreverente” de como se formou o CABARET ZUMBI: “Ao chamado dos lobos uivantes, Sancho (perdido do Velho Oeste), ressurge com os graves acordes maléficos das cinzas de sua tumba, em algum lugar do México, tocando sua musica mariachi infernal convocando quem estivesse disposto a segui-lo em sua missão de disseminação do mal pelo Mundo. Ao ouvir aquela aterrorizante melodia, de um rumo distante, Filipsycho é enviado, vindo de outro mundo, para, com sua batida vodu em seus tambores de horror participar do Cabaret. Zumbelvis, que há tempos estava tinha sido dado como morto, foi encontrado no sul profundo como infernal lutador de luta livre, encontrado como um zumbi maléfico e resolve se juntar a Sancho e Filipsycho no posto de voz principal do macabro grupo...”

Para conhecer o som desta fabulosa e inovadora banda, acesse o

MY SPACE

FOTOLOG

COMUNIDADE NO ORKUT

* Cabaret Zumbi é PRESENÇA CONFIRMADA no Festival Proclama Rock, dia 28/11!!!






Posted by Mikhail Baraniuk de Queiroz Categories: Marcadores: , , , ,


Olhai, que ali vejo meu pai...

Olhai que ali vejo minha mãe,

minhas irmãs e meus irmãos...

Olhai que ali vejo a linha dos meus ancestrais,

desde o principio...

Olhai que eles me chamam,

para que eu ocupe meu lugar junto a eles,

no salão do Valhalla,

onde os bravos podem viver para sempre...


Oração Viking


A sua volta, o que tem mudado a sua volta?
Os cartazes nas paredes?
O vale transporte aumentou seu valor?
Os alimentos ficaram mais caros?
Mais um escândalo político?
Mais uma banda emo ganhou um prêmio no VMB?
Agora todas usam roupas coladas com a maçã do rosto exageradamente vermelha!

Muitas destas coisas parecem não me comover mais. Tornaram-se precipitáveis. Só não quero que se tornem parte da minha vida.

Estas ultimas semanas me perguntaram "você não vai no Calango Mikhail?".
Minha resposta curta, "não".

Alguns falaram um monte tentando justificar a minha escolha, de que valeu o meu não?

Outros afirmaram que por pertencer a OCT eu não poderia ir. Bom, eu tenho a liberdade de escolha de optar aquilo que me covém participar e simpatizar.

Conheci Manacá em um destes eventos. Fora o metal e o rock curto muitos outros sons de suas ramificações assim mesmo como os antecedentes, mas tem coisa que não dá pra pagar pra ver.

Para mim o verdadeiro grito rock seria proclamar uma revolução sonora capaz de mudar de atitude a ociosidade das diversas denominações "underground" de cuiabá.

Muito a arte tem contribuido no passado transformando em histórico seus acontecimentos. Desde as cavernas, documentos egípcios, pinturas renascentistas até ao wood stock, entre outros.

Um dos movimentos underground que quero destacar é o de provos de Amsterdã.

A Revolta Provos aconteceu em Amsterdã nos Países Baixos de 1964 a 1966. Robert-Jasper Grootveld, com um pai anarquista, cresceu ouvindo seus ideais e, já adulto, o palhaço Grootveld fazia apresentações de rua com fogo e discursos anarquistas. Roel van Duijn, chegando em Amsterdã ,lembrou de uma frase de Bakunin que dizia que "quando um pessoa chega a uma cidade, a primeira coisa a fazer é procurar a pessoa mais exótica, é ela que sabe de tudo na cidade" e Roel van Duijn foi atrás de Grootveld.

O que chamou mais a atenção da revolta foi seu caráter humorístico, os Provos então lançaram o plano das bicicletas brancas, pintaram algumas bicicletas totalmente de branco e as colocaram na rua, explicando que as bicicletas brancas não teriam donos, quem achasse alguma bicicleta branca poderia usá-la e depois deixá-la para que outras pessoas a pudessem usar também. Os Provos, se reunindo na praça Lieverdje, propuseram a noite das bicicletas brancas, chamando a população da cidade para pintar suas bicicletas, e apareceu muita gente. No dia seguinte, a polícia tentou por em prática a lei da propriedade privada, prendendo pessoas "roubando" bicicletas brancas, mas existiam tantas que a troca de bicicletas ficou comum.

Depois do plano das bicicletas brancas ter dado certo, outros planos foram criados como o plano das chaminés brancas (poluição), plano das mulheres brancas (respeito às mulheres), bicicletas brancas (poluição dos carros) e outros. O termo branco não significava racismo, mas sim, a extinção da poluição visual, auditiva e florestal que aumentava com o crescimento da cidade.

E então estava chegando a data da eleição para vereador de Amsterdã, e os Provos não poderiam perder a oportunidade de provocar um pouco mais as autoridades da cidade. Colocaram um candidato para participar e com mais de 3.000 votos, ele foi eleito. Para ir a Câmara dos vereadores os Provos se revezavam (suplentes a suplentes) um por mês e todos iam de roupas e pés descalsos.

Em Cuiabá e Várzea Grande, eu em particular, nunca ouvi dizer que uma denominação underground tenha movido uma lasca de inconformismo contra todas as injustiças cometidas pelo poder público e militar na cidade .

Muitos sabem das injustiças cometidas por nós mesmos cidadãos com a nossa falta de educação. Envolvemos uma série de riscos como imprudência no trânsito, silêncio ao testemunhar infrações, estivemos aceitando a falta de educação de nossos professores nas escolas públicas, a falta de atendimento e o descaso nos hospitais e pronto socorro, todas estas e outras coisas são aquilo que nossos pais naquele tempo já conviviam e paralelamente aquela conversa fiada dos políticos com promessas que promovem apenas o egoísmo de cada candidato.

A democracia (demo=povo e kracia=governo) jamais será construída pelas promessas, mas pela concretização de todas as carências reais e necessárias de um povo cheio de esperança, que mesmo na humildade é enganado. Sonhamos com dias melhores!

O que Gotera tem feito?
Estou levantando a questão a todos, o que temos feito a respeito disto?
Espero por meio desta iniciativa sim estar mostrando o quanto estou disposto a transformar o underground em um movimento social, libertador, revolucionário capaz de tornar real o desconhecido que todos temem, começando pela liberdade.

Pense Nisso!
Posted by Maximiliano Merege Categories: Marcadores: , , ,

É verdade, meus caros!
Hoje a COLUNA DO MAX completa um ano e acreditem: é uma alegria imensa poder compartilhar isso com todos!
Começou timidamente sob o nome de "Enrolando O Rock", afim de homenagear o pontapé inicial no rock brasileiro, pois tratava-se não apenas de uma coluna mas também do pontapé inicial de uma nova era em nosso jornalismo cultural, capitaneada por nossa querida editora, a jornalista Lidiane Barros, que soube como ninguém apostar nos melhores nomes para fazer do Folha 3 o maior caderno de Cultura de Mato Grosso.
A primeira "matéria" publicada foi uma modesta notinha sobre a participação do nosso Branco Ou Tinto em um importante prêmio (à época a banda acabou não levando o caneco, mas há poucas semanas atrás faturou um prêmio bem mais emblemático e significativo). Com menos de um mês em atividade, tivemos um "boom" evolutivo e a então humilde coluna tornou-se um espaço para se falar da história do rock e daqueles que deram seu sangue para transformar o mundo através da música jovem.

nosso Branco Ou Tinto


Muito se escreveu aqui sobre a vida e a obra desse menino cinquentão chamado rock'n'roll e muito também foi possível "desenterrarmos" preciosidades que, mesmo a grande mídia tendo afastado de nosso convívio ao longo de anos, a internet nos presenteou por meio de maravilhas como blogs, programas P2P e de comunidades virtuais onde muitos desses mistérios acabam sendo desvendados.
Bem sabemos que nossa amada Cuiabá, apesar de suas incontáveis virtudes e do povo mais querido do mundo, ainda nutre uma forte resistência a tudo que carregue o nome "rock". Contudo todo esforço sempre valerá a pena, já que o rock em nossa cidade tem se encorpado a cada dia, ainda mais quando modismos são suprimidos em prol da criação de algo maior que vença as barreiras do tempo e espaço, não necessariamente com a qualidade de um "produto fonográfico", mas como uma força transformadora e um meio seguro de expressão.
Digam o que quiserem, mas verdade das verdades é que o rock ainda é a melhor forma que existe para o jovem ingressar na música, seja como músico propriamente ou apenas um apreciador exigente, pois é na onda desse embalo que muitas outras iguarias sonoras acabam pegando carona: mpb, reggae, brega, samba, blues, jazz, forró, canções folclóricas, música sertaneja etc; afinal, se o jovem aprende a apreciar música através do rock, certamente aprenderá a apreciar outras tantas coisas mais, sem que para tanto precise se prender a tendências ditadas por gravadoras e propagadas por nossa paupérrima teleradiodifusão.
O que fazemos aqui ainda é um trabalho ínfimo se comparado à vastidão da internet e de toda informação que podemos adquirir. Entretanto, de nada adianta a informação infinita se não soubermos como usá-la e é justamente com esta finalidade que levamos nosso trabalho tão a sério, compatilhando com nosso leitor toda informação a que tivemos o privilégio ter o acesso.

Dengue Fever: khmer-rock made in USA;
citado pela primeira vez no Brasil
através da Coluna do Max.



Agora digam: qual veículo no Brasil, por exemplo, ousou falar sobre rock asiático com o mesmo fervor que outros grandes gastam para exaltar frivolidades do momento, sem contar com um níquel de "jabá"? Ou melhor, qual veículo compartilha prazerozamente com seus leitores maravilhas do underground como se fossem as bandas do bairro? Nenhum! Apenas a Folha do Estado! E para Mim (em primeira pessoa) é um orgulho gigantesco poder escrever para um jornal que mesmo "preso" à forma física de outros tantos, ainda assim sobressai-se na disposição nada ortodoxa de seus conteúdos cujos efeitos são percebidos em tempo integral na forma de agir e de pensar de seus leitores.

Um grande abraço a todos e até a próxima.
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Max Merege, é um orgulhoso colaborador do Caderno Folha 3 há exatos 12 meses.

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Originalmente publicado dia 25 de Outubro de 2009, no caderno Folha 3 do jornal Folha do Estado, Cuiabá-MT
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(Clique no cartaz p/melhor visualizar as informações)

Finalmente, temos o prazer de anunciar pela primeira vez na história da “Operação Cavalo de Tróia” (OCT) a 1° edição do “Festival Proclama Rock”, que acontecerá dia 28 de Novembro, no PALÁCIO DAS TORRES (próximo ao cruzamento da Av. Jardim Itália com a Av. das Torres).

Serão 12 horas consecutivas de “cultura alternativa”, das 18 às 06h, com bandas locais e de outros estados, exposição de documentário e participação de DJ’s. A programação completa, por ordem de apresentação, é esta:

1 – DOCUMENTÁRIO “O lixo e a fúria: história do Sex Pistols” (por Terra do Sol);
2 - BANDAS:
- Stay Away;
- Antiguidade Moderna;
- Males de Anto;
- Lynhas de Montagem;
- Base Oculta;
- Pé-Rachado;
- Los Torrones (DF);
- Tiasques;
- Cabaret Zumbi (DF).

3. DJ’S PSYCO/ELETRO até as 06:00h.

Além de integrar diferentes segmentos, o Festival vem com a proposta de expor ao público geral a “música autoral” de bandas locais e estabelecer um primeiro circuito entre bandas cuiabanas e brasilienses.

A partir desta quarta-feira os ingressos antecipados estarão à venda, em 3 pontos na cidade: Stars Tatoo (Av. Joaquim Murtinho – mesma rua da MTU), Escola de Música BEBOP e Estúdio OCT (CP4).

Aqueles que adquirirem os duzentos primeiros ingressos antecipados, concorrerão a uma tatuagem no “Scars Tatoo”, que será sorteada durante o evento.

Agora é contagem regressiva!!! E anotem aí na agenda: dia 28/11 é dia de FESTIVAL PROCLAMA ROCK!!!

(nas próximas semanas informações completas da programação).
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Além de ensaios produtivos, numa perspectiva de re-arranjar o repertório e compor outras músicas, a MDA vêm reformulando o seu material de divulgação. Em relação ao mais importante: o som, agora temos mais três músicas quase prontas e muito gás e estímulo para gravar o nosso Primeiro CD.

Obviamente não escondemos que o EP "Torres" foi uma necessidade imediata na época (apenas um mês e pouquinho de banda!). Tínhamos que mostrar o que fazíamos, pois hoje me dia, com a tal democratização tecnológica, ninguém mais liga para esse negócio de "gravar CD" o que acho muito bom, por sinal. O que vale mesmo é a inventividade , o talento, mas também a produção...

Por isso remixamos e remasterizamos todo o EP Torres da melhor forma possível já que este é uma fotografia única, com direito a algumas imperfeições, porém mostrando o nosso potencial e alma. Agora, como quarteto, estamos empenhados, em plena reformulação de repertório e composição de novas músicas. Shows só no mês que vêm! Vamos abrir uma exceção para a festa dos músicos aqui na vila que é uma honra sermos convidados dado o nosso trabalho musical bem diferente do que rola por aqui.

Então... e temos homepage com visual novo e interativo e multimídia. Vamos reformulando o nosso material (myspace e afins) além de estarmos gravando duas novas músicas que em breve lançaremos.

Muita calma nessa hora! :)

Dá uma provada no bicho lá... :)




Em breve mais novidades da Vila!



Caio B. (Males de Anto)

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Agora todas as quintas no Cavernas temos um projeto fixo para os amantes da boa música: "Projeto aqui Jazz". Nesta quinta rola com participações de Fidel Fiori, Danilo Bareiro, Sandro Souza e Phellyppe Sabo.

Hoje o som rola a partir das 22:00h. E você, vai perder essa?

* Cavernas Bar está localizado na Av. Barão de Melgaço, Centro, ao lado do Restaurante Serra.
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Tocandira é a banda instrumental formada por Frog (Baterista), Welliton Andrade (baixista) e Danilo Bareiro (guitarrista). No video acima estão interpretando um tema de autoria do próprio Tocandira, cujo título é "Correria". Meus caros... é de cair o queixo... (rs)Bom video a todos (as)!
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O quarteto formado por Tenio e Dinho Moura, Max Tah e Rodrigo Brunet, está firme nos seus propósitos, que é gravar o novo material e divulgar a nova formação do Base Oculta, banda que existe desde 2003 e que lançou anteriormente o cd intitulado “Na terra de gigantes”.

A novidade da vez é que os rapazes disponibilizaram no youtube a guia da música “Doze”, acompanhada de algumas fotos. Bom, a música é muito boa, e já dá para ter uma noção do resultado final, que segundo o B.O. , sai no mais tardar até início de Dezembro.

Enquanto entramos em contagem regressiva, confiram o Vídeo:
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“A poesia Africana traz o reconhecimento de que nunca se está só, de que não se pode ignorar a presença do outro, mesmo que o outro reduza suas possibilidades de ser. O outro, nas palavras africanas, mistura-se ao Eu, define-o, mas não lhe rouba as origens. O outro é assumido, compondo a imagem autêntica do Ser - que historicamente determinou os desvios e os encontros e se fez presença no Corpo . Ser África dos caminhos entrecruzados, mas fazer-se África ou ao Menos EXPERIMENTAR-SE África."

Pesquisa, seleção dos textos e concepção: Yandra Firmo

Ator Leitor: Grupo de Intervenção Artística do Centro de Cultura Popular do Parque Geórgia

Pesquisa Musical e execução musical: Cláudio Dias e Grupo de Percussão do Centro de Cultura Popular do Parque Geórgia

Iluminação: Gilson Costa

28/10 - 15h e 20h - Teatro - Entrada Franca

FONTE: SESC MATO GROSSO
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O MITI - Mostra Internacional de Teatro Infantil -, que está na sua terceira edição, está sendo realizado desde o dia 3 e Outubro, e terá encerramento neste domingo (25/10). Nele, acontecem apresentações teatrais, Recitação de histórias, shows, lançamento de livros e oficinas. Segundo os organizadores, todas as suas ações são direcionadas para a linguagem das artes cênicas, mostrando como ela se comunica com os outros seguimentos: literatura, música, circo, dança e outras.

Os palcos aonde são realizadas as atividades, estão espalhados pela cidade: Pantanal Shopping, Teatro da UFMT, Centro Cultural da UFMT, Palácio da Instrução, Praças 8 de Abril e Alencastro, Parque Mãe Bonifácia, Clube Feminino, entre outros.

O MITI acaba domingo, mas ainda dá tempo para conferir alguma atividade!

Portanto, confira a PROGRAMAÇÃO COMPLETA AQUI MESMO (Clique no link).
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(Clique no cartaz para melhor visualizar os detalhes)

1° Mostra Sul-americana de Fanzines Obscuros em Cuiabá/MT. A mostra rolará durante o dia e seu fechamento - após o anoitecer - dar-se-á com o show das hordas: Bemdesar (Santa Cruz de La Sierra - Bol), Grave Desecrator (Rio de Janeiro - RJ) e Necrosodommy (Cuiabá-MT). É a primeira vez que estas 3 bandas estarão reunidas em um mesmo palco e também a primeira aparição do Bemdesar e Grave Desecrator em solo Mato-grossense. O evento tem o apoio de algumas empresas privadas cuiabanas e grande parte da produção está sendo custeada pela Satan´s Soldiers Syndicate, que nada mais é que uma associação espontâneas de headbangers do Mato Grosso para a realização de celebrações necroundergrounds

FONTE: COMUNIDADE DO CAVERNAS BAR
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Neste sábado a banda Lady Murphy se apresentará mais uma vez no Clube de Esquina. A entrada ficará ao valor de R$ 5,00 e um conselho: é bom chegar cedo, porque ultimamente a casa tem fechado as portas depois de atingir o limite de pessoas – caso, por exemplo, de quase todas as apresentações do Lady Murphy.

O repertório dessa super banda formada por Leocádia Pio, Leon Pio, Roberto Viana e Yuri Simples, são os grandes clássicos do rock n’roll dos anos 70, 80 e 90. Vale a pena conferir!

Aqui um vídeo da banda em ação:
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“No último domingo, dia 11, foi o encerramento e cerimônia de premiação do 16º Festival de Cinema e Vídeo, que este ano teve como tema "Astronomia, Arte e Tecnologia". Chegamos por volta de 19:00 quando começou a sessão noturna do festival.

Assistimos “A trama Do Olhar”, da mato-grossense, Gloria Albuês, e depois a solenidade de homenagem da atriz D'Arlene Glória, conhecida por papéis ousados tanto na tela quanto fora dela. Na sessão da homenageada foi exibido o filme “Toda Nudez Será Castigada” (1973), de Arnaldo Jabor (1973), ocasião em que viveu uma prostituta chamada Geni, ao lado de Paulo Porto.

Estávamos muito ansiosos para saber o resultado, então, logo após as homenganes a D'Arlene Glória, começaram as solenidades da premiação. O bom é que não precisamos esperar muito, a primeira categoria a ser anunciada foi a de Melhor Video-Clip que teve premiação somente pelo júri oficial.

Quando o mestre de cerimônia anunciou "Branco ou Tinto, Confissão Sem Culpa - Direção Léo Sant'Ana", a emoção foi forte. Subimos no palco com um sorriso que não podia ser contido, afinal, lutamos muito para conquistar este prêmio.

Ganhar este prêmio teve um gosto muito especial. Além de ser um passo super importante na nossa carreira, também serviu para mostrar pra muita gente doque verdadeiramente somos capazes. Lemos coisas absurdas em relação ao nosso clipe, nosso trabalho. Mas e agora, hein? Quem nessa história foi nocauteado? Qual foi mesmo o clipe de telecurso 2000? É bem melhor fazer donas de casa chorarem por assistir algo que tocou elas, doque fazer elas chorarem de tanto rir porque o trabalho ficou simplesmente ridículo.

Gostaríamos de agradecer a todos os nossos fãs, que na verdade são todos nossos amigos. Agradecer à Terra do Sol Filmes, ao diretor e cineasta Léo Sant'Ana, Paulo Traven e Elaine dos Santos pela produção, ao Mayk Rules que trabalhou muito na produção, ao INCA que fez mais um belíssimo festival esse ano, Instituto Mandala, Danilo Bareiro, Estúdio Fábrika do Som e Dio Motos.

Muito obrigado a todos, saibam que estamos muito felizes.”


FONTE: BRANCO OU TINTO BLOGSPOT
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Projeto idealizado e desenvolvido pelo SESC em todo território Nacional, que tem por objetivo estimular a prática da leitura, em voz alta, de textos dramáticos, nacionais e estrangeiros; apoiar a pesquisa dramatúrgica; provocar a reflexão e o debate sobre a importância e o papel da dramaturgia no teatro contemporâneo, além de propiciar o intercâmbio entre artistas, pesquisadores, formadores de opinião e público interessado.

Nesta edição, recebemos para ministrar a oficina do projeto DRAMATURGIA LEITURAS EM CENA Daniel Belquer (RJ), Diretor Teatral, Performer, Diretor Musical, Designer Sonoro, Sonoplasta, Músico Compositor, Arranjador, Multiinstrumentista, Videomaker. Que trabalhou análise de texto dramático, técnicas de leitura encenada e conscientização sonora da fala do ator (método CONSONFALAT, criado pelo professor)

O resultado será apresentado em quatro leituras dramatizadas de textos de Bertolt Brecht, dos dias 20 a 23/11, sempre a partir das 20:00h:
20/10 – “TAMBORES NA NOITE”;
21/10 – “O CASAMENTO DO PEQUENO-BURGUÊS”
22/10 – “UM HOMEM É UM HOMEM”
23/10 – “MÃE CORAGEM E SEUS FILHOS”

SOBRE BERTOLT BRECHT:

“Eu não sei o que é um homem, tudo que sei é o seu preço”.
“Um homem é um homem”.

(Bertolt Brecht)

Alemanha, 1898 - nasce Bertolt Brecht, dramaturgo, poeta e encenador, e com ele, uma revolucionária teoria de interpretação teatral e seus procedimentos fenomenológicos de encenação do século XX.

Marxista por vocação e dramaturgo por opção, Brecht ao viver o intenso período das mobilizações sociais e os experimentos teatrais de Piscator e Meyerhold, inaugura o Teatro Épico, caracterizado pelo fenômeno denominado “estranhamento” ou “distanciamento”e seu conceito dialético de quebra de narrativa como instrumento de questionamento sobre o que se vê em cena.

Delinea-se em suas personagens uma humanidade elementar, feita de consciência, onde o destino do homem representado é do próprio homem. Ao contrário dos poetas expressionistas, que lutavam por um indivíduo que reencontrasse sua individualidade, excluindo-o da massa, Brecht condena a massificação e debruça-se sobre o homem e sua atitude perante o coletivo.

A proposta do teatro-tese em sua obra propõe a fusão entre a estética e a ética, resultado de sua obsessão pela crítica política, em particular a disparidade do sistema de classes sociais na Alemanha, onde configurava-se a relação de opressor e oprimido.

Em A alma boa de Setsuán, a transformação que sofre a protagonista Chen-Tê no primo Chui-Tá, não é meramente psicológica, quando passa de explorado a explorador – é sobretudo uma mobilização de defesa, pois quando Chui-Tá nos diz, que a miséria é grande demais, para uma só pessoa acabar com ela, ele está nos falando que a grande incógnita da humanidade é o amanhã. E como sobreviver ao desconhecido sem consciência de si?

Bertolt Brecht e seus trabalhos artísticos e teóricos passam a influenciar profundamente o teatro contemporâneo, tornando-o referência mundial a partir das encenações de sua companhia o Berliner Ensemble durante a década 50.

Nestes tempos atuais Brecht deveria ser apresentado, como catecismo, nas praças públicas das cidades de todo mundo, revelando-nos o que é ser e não somente estar.”

Fonte: Movimento de Teatro
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Na próxima sexta, exatamente daqui uma semana, acontecerá um Tributo a lendária banda de Seattle, NIRVANA. Além do Branco ou Tinto, o palco está aberto para improvisações de quem souber mandar alguma canção da banda.

Durante o tributo, também serão exibidos filmes, vídeo clipes e fotos.

E você, vai perder essa???
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“O medo como estilo”. Talvez seja desta forma que o diretor inglês Alfred Hitchcock ficou na memória cinematográfica do público. Um criador que tem traços próprios na condução da sua narrativa, Hitchcock ganhou fama por conta dos filmes de suspense que dirigiu. Mas, mostrando que mesmo com o sucesso é possível ter consciência da criação, nunca mudou sua forma de fazer cinema, em nome de prêmios, fama ou dinheiro.

O diretor francês François Truffaut se dizia admirador de Hitchcock. Ele cita em um artigo: “Caso se fizesse necessária a descrição dessa direção que torna Hitchcock tão superior à maioria dos cineastas em exercício, diríamos que, mais que de um estilo, trata-se de uma escrita. (...)

Tinha algumas características únicas que, sem dúvida nenhuma, o transformou junto com seu talento no diretor mais famoso do mundo”. Sendo importante colocar, ainda, que Hitchcock aproxima-se das narrativas consideradas “contemporâneas” no cinema, que dialoga com outras manifestações artísticas (literatura e música são imprescindíveis para o diretor) e ainda desmonta conceitos pré-estabelecidos na linguagem cinematográfica.
Esta mostra engloba filmes tanto da fase “inglesa” quanto “americana” de Alfred. A inglesa seriam as criações realizadas em sua cidade natal, Londres. A americana são os filmes realizados em Hollywood.

O SESC é uma instituição que valoriza a criatividade técnica e, em suas Diretrizes Gerais de Ação, preconiza o seu trabalho cultural “como um espaço de resposta às inquietações que as artes na contemporaneidade provocam naqueles que têm a criação artística como seu ofício”.
Se é um espaço para inquietações, nada melhor que presentear o público, com um dos grandes criadores da arte cinematográfica. A mostra, contará com exibições em DVD, entrada gratuita, com início das sessões às 19 horas.”

Clique na Imagem para melhor visualizar a programação:



FONTE: SESC MATO GROSSO
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A Australia sempre foi um campo muito fértil em termos de rock'n'roll e de boa música em geral. Poderiamos gastar linhas e mais linhas contando o legado sonoro dessa distante terra, já que muitos nomes são tão corriqueiros em nosso dia a dia: AC/DC, Bee Gees, Olivia Newton-John, Kylee Minogue, INXS, Hooddoo Gurus, John Paul Young, Man At Work, Midnight Oil, Nick Cave, The Saints, Jet, Silverchair, The Living End etc etc etc; logo, nada mais adequado que comentarmos aqui sobre um dos nomes mais importantes dessa cena e, por que não, de toda a história do rock também.


UMA BANDA DO MUNDO

The Easybeats nasceu em 1964, quando uma turma de meninos se juntou para tocar clássicos do rock e do rhythm'n'blues que vinham do outro lado do mundo (EUA). Até aí, nada de anormal... a não ser pelo fato d'essa turma já ser em si o reflexo de uma pungente produção cultural australiana que florescia a partir dos imigrantes estrangeiros, uma vez que, de todos os integrantes d banda, mesmo sendo cidadãos australianos, nenhum deles era de fato nascido em solo Aussie. A saber: Stevie Wright (vocais) é ingles, George Young (guitarra) e Snowy (bateria) são escocêses, Harry Vanda (guitarra) e Dick Diamonde (baixo) são holandeses. Estranho? Imagina só! O que acontecia por lá não era muito diferente do que sempre aconteceu em um determinado cantinho do nosso centroeste, pois tomemos como o exemplo o rock de Brasilia, já que a maior parte das bandas que fizeram a cena acontecer eram, em sua maioria, formadas por garotos vindos do Rio de Janeiro, de São Paulo, Minas Gerais e muitos outros lugares do Brasil.


FRIDAY ON MY MIND

Como cada canto do mundo tinha sua banda Beatles, naqueles longínquos meados da década de 60, com a Australia não podia ser diferente e justamente aos Easybeats cabia essa missão.
Em 1965 já eram a banda mais popular de toda a ilha e no ano seguinte, de uma viagem à inglaterra, gravaram o disco "Friday On My Mind" nos estúdios Abbey Road com Shel Tammy, o mesmo sujeito que produziu os maiores sucessos do The Who e dos Kinks. Ainda longe de casa, aproveitaram para excurcionar pela Europa e América do Norte com os Rolling Stones.
Dentre clássicos como "Sorry", "She's So Fine", "Good Times", "Heaven And Hell" e outros tantos mais, "Friday On My Mind" foi certamente o maior sucesso dessa super banda. Inúmeros outros grandes artistas a regravaram e exemplos não faltam: The Tages, David Bowie, Peter Framptom, Gary Moore, Earth Quake, Vanessa Amorosi & Lee Kernaghan, Os Sunshines (na jovem guarda, como Por Você Tudo Faria) etc etc etc.


ENTRE PICOS E VALES

Contudo, em 1968, a banda enfrenta sérias crises, já que o vocalista Stevie Wright torna-se um junkie enveterado e a dupla de compositores Young & Vanda demonstra claros sinais de esgotamento, pois além da banda, eles também eram produtores bastante requisitados.
Mas foi tudo uma questão de tempo até as coisas tomarem outros rumos... a banda já não tinha mais condições de sobreviver, Stevie Wright tentava uma carreira solo, surigam novos artistas pela austrália, e nessa onda, os irmãos mais novos de George - Angus e Malcolm - começavam com o AC/DC. Aliás, foi George Young e Harry Vanda que puseram para trabalhar e mandarem ver com uma banda que recém surgia (até hoje a dupla Young & Vanda produz o AC/DC!) e pasmem, compuseram até o clássico das discotecas "Love Is In The Air".

Por enquanto é isso, caros amigos. Semana que vem tem mais!

Discografia básica
"Easy" (1965), "It's 2 Easy" (1966); "Volume 3" (1966); "Friday On My Mind" (1967); "Vigil" (1968); "Friends" (1969); "The Shame Just Drained" (outubro de 1977)

+ + + + + + + + + + +

Originalmente publicado no jornal Folha do Estado, dia 13 de Setembro de 2009, no caderno Folha 3





Friday On My Mind

Monday morning feels so bad
Everybody seems to nag me
Come on Tuesday I feel better
Even my old man looks good
Wednesday just won't go
Thursday goes too slow
I've got Friday on my mind

Gonna have fun in the city
Be with my girl, she's so pretty
She looks fine tonight
She is outa' sight to me

Tonight, I'll paint it red
Tonight, I'll lose my head
Tonight, I've got to get tonight
Monday I have Friday on my mind


Do the five day drag once more
No one, nothing else that bugs me
Now I'm working for the rich man
But I'll change his tune one day
Tonight I'll get mad
Tomorrow I'll be glad
'Cause I've got Friday on my mind
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Não vai a lugar nenhum...

Como 12 de Outubro é Dia da Padroeira do Brasil e sobretudo Dia das Crianças, nada mais justo que escrever sobre algo que marcou não apenas a infância deste que vos escreve, mas toda uma geração, já que naqueles tempos, pelo fato d'a tevê não dispor da infinidade de opções como hoje, a criação de programas especiais respeitava à risca todo um "código" de composição e realização que seguramente lhes conferia a pecha de "obras de arte", mesmo que menores, mas ainda sim mais influentes que o cinema propriamente (com excessão dos filmes dos Trapalhões que eram sempre diversão e tiradas memoráveis garantidas). Esta época, aliás, foi um período excelente em termos de especiais infantis, já que tinhamos "A Arca de Noé" (1 e 2), com releituras da obra de Vinícius de Moraes para crianças, e "Pirlimpimpim", uma super homenagem da mpb ao legado de Monteiro Lobato no imaginário infanto-juvenil.
Nos idos de 1983 e 1984 ia ao ar pela Rede Globo um especial dividido em duas partes chamado PLUNCT! PLACT! ZUM! ( *naquele tempo, o pessoal que trabalhava lá se preocupava em fazer coisas boas)
Este contou com uma equipe de feras da televisão, encabeçada por Augusto Cesar Vanucci, e teve duas partes distintas: a primeira, que tratava das descobertas da infância e advertia as crianças para o universo de obstáculos que se faria cada vez mais presente no decorrer de suas vidas, e uma segunda parte, sobre a vida de um grupo de filhos de pais separados, que descobrem ter muito mais em comum do que simplesmente morarem em um mesmo condomínio.
Sua trilha sonora, além de ter sido feita sob medida para o especial, sob a direção do maestro Guto Graça Mello, teve a participação de um time de artísta do mais alto gabarito, como Raul Seixas, Erasmo Carlos, Leo Jaime, Eduardo Duzek, Zé Rodrix, Gang 90 & Absurdettes, Sérgio Sá, Blitz, Barão Vermelho, Fafá de Belém, Maria Betânia, Jô Soares, Marília Pera, Marco Nanini, Vanusa, Regina Casé, Luiz Fernando Guimarães, José Vasconcelos e tantos outros mais. Pecando apenas pelo excesso de sintetizadores, o que mesmo após vinte e tantos anos, não tira seu brilho.
É certo que apesar de hoje ser completamente desonhecido daqueles que nasceram depois de 1985, PLUNCT! PLACT! ZUM! foi um marco na infância daqueles que testemunharam o fim de uma era ditatorial em que a censura dava seus últimos suspiros na apresentação do "Caso Verdade" e em que a liberdade de expressão aparecia de modo responsável, mesmo porque ainda não existia a absurda barreira estéticamente hipócrita do politicamente correto que assola nossos dias.
Certeza das certezas é que se muitos de nós tivessem encarado com maior atenção as mensagens contidas nas letras, muitos tropeços teríamos deixados de dar.
E para hoje, segue um manifesto de advertência à burocracia universal, profetizado por Raul Seixas, em 1983:

Carimbador Maluco

5... 4... 3... 2...
- Parem! Esperem aí.
Onde é que vocês pensam que vão?

Plunct Plact Zum
Não vai a lugar nenhum!!
Plunct Plact Zum
Não vai a lugar nenhum!!
Tem que ser selado, registrado, carimbado
Avaliado, rotulado se quiser voar!
Se quiser voar....

Pra Lua: a taxa é alta,
Pro Sol: identidade
Mas já pro seu foguete viajar pelo universo
É preciso meu carimbo dando o sim, sim, sim, sim.

O seu Plunct Plact Zum
Não vai a lugar nenhum!
Plunct Plact Zum
Não vai a lugar nenhum!

( ... )

Mas ora, vejam só, já estou gostando de vocês
Aventura como essa eu nunca experimentei!
O que eu queria mesmo era ir com vocês
Mas já que eu não posso:
Boa viagem, até outra vez.

Agora...
O Plunct Plact Zum
Pode partir sem problema algum
Plunct Plact Zum
Pode partir sem problema algum

Boa viagem, meninos. Boa viagem.


+ + + + + + + + + + +

Originalmente publicado no jornal Folha do Estado, dia 11 de Outubro de 2009, no caderno Folha 3









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A banda acabou de lançar o novo visual do My Space, criação direta do Diretor artístico da banda, Mikhail Baraniuk.



A qualidade é inquestionável, e na imagem acima, apenas printamos o topo, mas por ela, já dá para notar a grande qualidade do trabalho. Aproveitando a ocasião, a banda também disponibilizou para download por apenas DUAS SEMANAS, a pedido de vários fãs, a canção "Senhor da guerra", que embora não seja necessariamente do Tiasques, e sim da antiga banda Jihaad - na qual Bruno P. Rodriguês foi vocalista e compositor -,também faz parte do setlist de show do grupo.

Portanto, para conferir o novo visual do My Space, ouvir e fazer download da "Senhor da guerra", é só acessar o

MY SPACE TIASQUES (clique no link)



Outros links do Tiasques:

FOTOLOG

TWITTER

BLOG

BANDAS DE GARAGEM

COMUNIDADE NO ORKUT
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Tubarão_Branco ou Tinto_25/09/09

Notícia muito boa para o rock cuiabano! A banda Branco ou Tinto venceu na categoria Melhor Video Clipe, no 16º Festival de Cinema e Video de Cuiabá, que aconteceu no Cine Teatro Cuiabá, semana passada, com o seu video clipe "Confissão sem culpa", que foi dirigido por Leonardo Sant'ana!

Para quem ainda não assistiu o Video, assista aqui mesmo:


A lista completa dos premiados também pode ser conferida no SITE do Festival de Cinema (clique no link)


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Como todos já sabem, está rolando o 16º Festival de Cinema e Vídeo em Cuiabá. Dentre as várias categorias, uma delas é a de Melhor Video-Clip e o Branco ou Tinto está concorrendo com o clipe "Confissão Sem Culpa", dirigido por Léo Sant'Ana.

Portanto, não esqueça! Quando for prestigiar o festival, aproveite e vote em nosso clipe nessa categoria. Ficaremos muito agradecidos pelo seu apoio.

O festival acontece até domingo no Cine Teatro Cuiabá, dia que sairá os resultados e a premiação, então você tem até sábado pra votar em nós.

Se você puder, coloque essa foto em seu álbum no orkut e nos ajude a divulgar:



FONTE: BRANCO OU TINTO BLOGSPOT
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Há poucas semanas o caso do jovem Reginaldo, que foi espancado, morto e retirado num container de lixo por estar "mal vestido", pelos seguranças do shopping Goiabeiras, tomou conta dos noticiários locais e até teve repercussão nacional. Nas minhas andanças pela internet, achei um cartaz interessante, que talvez resuma um pouco do sentimento que tomou conta de todos que acompanharam o caso:

(CLIQUE NA IMAGEM P/MELHOR VISUALIZAR!)


Parabenizamos os autores do cartaz e àqueles que igualmente se sentiram revoltados e atingidos com o que aconteceu, espalhem a arte!!!

FONTE: BARRACA DO GUGA

Posted by Mikhail Baraniuk de Queiroz Categories: Marcadores: ,



NESTE SÁBADO VENHA VOCÊ PARTICIPAR DESTA BRINCADEIRA! APROVEITANDO A DATA ESTAREMOS SORTEANDO O VIOLÃO DAS RIFAS VENDIDAS!

UM ABRAÇO A TODOS QUE ME AJUDARAM A FAZER MEU TRABALHO MESMO QUE ÀS PRESSAS, MAS COM TODO MEU CARINHO!


Posted by Bruno Rodrigues Categories: Marcadores:

(Clique no cartaz para melhor visualizar o endereço)

Black Rose é um novo grupo, semelhante ao Cena Morta, que surgiu para movimentar a cena alternativa cuiabana. Vão organizar no próximo dia 7/11 uma festa de Halloween.

O local do evento pode ser conferido no cartaz acima, e além da discotecagem gótica e eletrônica, homens pagam apenas R$ 5,00, e mulheres não pagam!

No final, haverá sorteio de tatoo entre as melhores fantasias da noite!

Muito legal a ideía, não é?
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O "Projeto aqui Jazz" é uma proposta do músico Fidel Fiori e convidados. Toda quinta se apresentarão no Cavernas Bar. Entre os convidados dessa quinta, estão Danilo Bareiro, Sandro Souza e Phellyppe Sabo.

Pra quem sempre reclama que Cuiabá não tem nada, tá aí uma boa forma de mudar esse quadro, incentivando com a sua presença a continuidade do projeto.

A entrada ficará apenas ao custo de R$ 5,00, e música de primeira qualidade com cerveja (para aqueles que gostam) gelada é o que não faltará!

* Cavernas Bar está localizado na Av. Barão de Melgaço,Centro, N. 3146, ao lado do Restaurante Serra.
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Na semana que vem a banda males de Anto comemora 6 meses de banda e lança um vídeo da música com fotos e vídeos tiradas, em câmeras e celulares, por amigos que acompanham a banda. Apesar do pouco tempo, a banda já fez várias apresentações e gravou um EP demo denominado "Torres".

A música escolhida foi "autoajude-se já!" e foram adicionadas, no video, imagens e video da net para reforçar a ideia da letra.

Neste mês a banda está produzindo duas músicas, dois vídeos além de um pocket show na vila e ensaio fotográfico na vila pelo brother Bruno Rodriguês. Tudo para divulgar a banda e preparar para a produção do primeiro CD da banda que tem o nome provisório "Ares numa aldeia" como também para rearranjar o repertório para os próximos shows como quarteto. Isso mesmo! A MDA agora não é mais um trio. Com a entrada de Max Pato no violão a banda ganha mais energia e sonoridade.


Quem quiser conhecer melhor e entrar na rede social da banda para acompanhar nosso trabalho clique no link abaixo:



Um abraço especial para o "Freak Dancer" solitário que ficou curtindo o nosso som no Luau do Cavalo II! :P
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Before the Music Dies - B4MD (mais ou menos “Antes que a música morra”) é um documentário de 2006, que critica a indústria da música americana e a crescente comercialização da arte da música ao longo dos últimos trinta anos. O filme apresenta entrevistas e apresentações de músicos e grupos como Doyle Bramhall II, Erykah Badu, Eric Clapton, Dave Matthews, Branford Marsalis, e My Morning Jacket. Foi dirigido por Andrew Shapter, produzido por Joel Rasmussen, e co-escrito por Shapter e Jasmussen. O filme estreou em 12 de março de 2006, no South by Southwest, festival de cinema em Austin, Texas.

O documentário é muito legal e pode ser assistido no google video (abaixo) .



Abaixo um trecho do filme no qual mostra como criar um pop star. Processo muito interessante que envolve letras bobas, autotune e cantoras gostosas. Está em inglês mas, mesmo quem não domina o idioma consegue acompanhar legal o trecho de 5 minutinhos.

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O 16º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, que começou ontem e vai se estender até dia 11/11 (domingo), traz o tema “Astronomia, Arte e Tecnologia”, e acontecerá no Cine Teatro Cuiabá. A programação completa pode ser conferida no Site do Festival (clique no link).


“Uma das principais novidades do 16º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá (05 a 11 de outubro) é a mostra “Novas Lentes do Cinema mato-grossense”, que reúne vídeos produzidos por realizadores indígenas. A categoria, que foi criada neste ano, exibirá dois importantes trabalhos. Trata-se de “Cheiro de Pequi” (36’), de Maricá Kuikuro (foto); e “Darini – Iniciação Espiritual Xavante” (46’), de Caimi Waiassé e Jorge Porotodi.

O primeiro, um vídeo experimental entre ficção e documentário, mostra a festa do “Pequi”, da etnia Kuikuro, que possui mais de 600 pessoas, divididas em três aldeias localizadas no Alto Xingu (MT). Além da festa, o filme aborda o mito de origem do Pé de Pequi, que tem como personagens principais Marika, suas duas mulheres a cotia e o jacaré.

Segundo o realizador, Maricá Kuikuro, o personagem mítico Marika tinha duas mulheres, que o traiam com o jacaré transformado-se em um homem bonito. Até que durante uma caça, Marika ía flechar a cotia. E ela, para não ser morta, revelou-lhe tudo sobre a traição de suas mulheres com o jacaré. Desta forma, Marika fica de tocaia no local onde o jacaré costumava se encontrar com suas mulheres. Ali pega o bicho em flagrante com as duas e o flecha, mata e enterra. É do local onde foi enterrado o jacaré, que nasce o pé de pequi.

“A idéia de fazer o filme surgiu na própria aldeia, pelos mais velhos, meu tio e pai. Estou orgulhoso, feliz e satisfeito, pois é uma oportunidade de retratar minha comunidade para outras pessoas não indígenas, que poderão ver a nossa cultura, porque, durante a festa, temos muitos cantos, danças e poesias”, observa Maricá, lembrando que a obra já foi exibida em outros locais como Rio de Janeiro, São Paulo e Recife.

Mais índios - Já “Darini – Iniciação Espiritual Xavante” retrata o ritual de mesmo nome que ocorre somente de 15 em 15 anos, ocasião, quando as crianças aprendem, pela primeira vez, a importância de sua cultura, por meio de músicas e danças, repetidas diariamente durante um mês. Assim, os Xavante acreditam que fortalecem tanto o seu físico quanto o seu espírito. Vale lembrar, que a obra foi realizada pelos jovens, porém, atendendo a um pedido dos anciãos da aldeia onde vivem.

Oportunidade - Conforme explica o curador do Festival, Luiz Carlos de Oliveira Borges, em que pese a crise que se abateu sobre a produção audiovisual mato-grossense, uma nova onda surge de filmes produzidos por realizadores das aldeias do Estado. De acordo com ele, a maior parte dos trabalhos reveladores das diferentes etnias indígenas, foi estimulada pelo precursor trabalho do vídeomaker francês, Vincent Carelli, da Organização Não Governamental Vídeo nas Aldeias.

“Os filmes têm em comum o profundo domínio tecnológico do equipamento audiovisual e a investigação espetacular sobre suas próprias culturais, por meio dos mitos e rituais. Assim, o Festival de Cinema, como maior vitrine da produção local, não poderia deixar de prestigiar essas iniciativas inovadoras”, finaliza Borges.”

FONTE: ASSESSORIA DO FESTIVAL (Clique no Link)
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A banda Branco ou Tinto, depois de ter comemorado seu aniversário de 2 anos no Clube Feminino, segue firme na sua divulgação. Três datas estão confirmadas: a primeira, no Tributo ao Nirvana, no Cavernas Bar, no dia 23 de Outubro.

A segunda data é dia 14 de Novembro, na festa das torcidas organizadas cuiabanas “Macha Verde” (Palmeiras) & “Força jovem” (Vasco).

Finalmente, a terceira data, é no “Festival da Livraria”, que acontecerá em São Paulo, dia 28 de Novembro!

Maiores informações sobre o que a banda anda fazendo, no Blog do B.O.T. (clique no link).
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Em Novembro um grande evento, com uma banda de outro estado e uma da Bolívia, acontecerá no Cavernas Bar, com os shows das bandas Bemdesar (Santa Cruz – Bolívia), Grave Desecrator (Rio de Janeiro) e NECROSODOMMY (Cuiabá).

A data certa é 1 de Novembro, segundo Márcia, produtora do Art Underground.

Durante o evento, também rolará uma mostra gratuita de “Fanzines obscuros”, serão expostos exemplares antigos e novas edições, um cartaz em formato A3 com histórico do zine e flyers, e no final, serão distribuídos exemplares entre os presentes.

Maiores informações:
Fone: 6584040301
Orkut: comunidade do Art Underground
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Muito se fala em Woodstock, principalmente agora quando o evento completa 40 anos. Flower Power, amor livre, viva a sociedade alternativa etc e coisa e tal...
Entretanto, uma figura que não poderia ficar de fora de todo esse balaio é o grandioso Arthur Lee. Conhece?!
Pois bem, ele foi o lider de uma banda muito importante na segunda metade dos anos 60 chamada LOVE, mas antes disso ele foi o primeiro cara a apostar de fato em um jovem guitarrista chamado Jimi Hendrix, isso porque antes de tocar com Lee, Hendrix ganhava a vida apenas tocando como um músico de apoio de Little Richard e de vários figurões de soul.
Mas voltando a Arthur Lee, este gravou muita coisa à frente de sua banda LOVE, mas o destaque maior vai por conta dos três primeiros discos: "Love" (1965), "Da Capo" (1966) e "Forever Changes" (1967); este último, o mais importante de todos!
Tanto "Love" quanto "Da Capo" contêm clássicões como "7 and 7 Is", "Orange Skies", "Hey Joe" entre outros, mas foi em "Forever Changes" que o LOVE atingiu seu ápice em termos de perfeição sonora. Apenas para se situar, o que houve na cena roqueria entre EUA e Inglaterra, de 1966 a 1968, foi uma verdadeira rivalidade sadia, pois sempre que um lado criava um disco perfeito, o outro lado aparecia com uma resposta à altura. A saber: "Rubber Soul" dos Beatles (1965) motivou a gravação de "Pet sounds" dos Beach Boys (1966) que por sua vez serviu de inspiaração para "Sgt. Peppers..." dos Beatles, o que também foi inspiração para os clássicos "Odysey and Oracles" dos Zombies e o supracitado "Forever Changes" do LOVE.


Uma curiosidade sobre "Forever Changes" é que apesar de se tratar de um disco do LOVE, este foi inteiramente gravado por Arthur Lee com a base instrumental tocada pelo Wrecking Crew (o mesmo pessoal que gravou Pet Sounds com Brain Wilson e os Beach Boys e que também gravava com Phil Spector, Henry Mancini e Lalo Schifrin). Fez um sucesso estrondoso na época em que saiu e até hoje é uma obra cultuada, mas como após o todo topo vem sempre uma ladeira, a banda por sua vez despencou feio...
Desavenças internas provocaram o fim da primeira grande encarnação do LOVE. Arthur Lee, dono do nome, reformulou o grupo como pode, gravou alguns discos razoáveis, mas sem o mesmo pique e a vitalidade dos três primeiros.
Já nos anos 80, após tantas idas e vindas, Lee resolveu trocar a vida louca da California por suas raízes no Tenensee, quando volta à sua terra natal para cuidar de seu pai que se encontrava enfermo por conta do câncer. Nesse meio tempo, muitas coletâneas foram lançadas, muitos artístas regravavam suas músicas e o nome LOVE ainda continuava na boca do povo.
Em 1996, Lee é preso sob a acusação de porte ilegal de arma de fogo. Na cadeia, recusava visitas de quem quer que aparecesse e para completar essa maré de azar, Bryan MacLean e Ken Forssi, seus dois companheiros da formação clássica do LOVE, morreram na mesma época em que ele andou enjaulado.
Um sopro de alívio foi a inclusão de duas canções do LOVE - "My Little Red Book" e "Always See Your Face" - no filme "Alta Fidelidade" de John Cusak, uma vez que "7 and 7 Is" já havia figurado em "Caçadores de Emoção" e no vídeo de skate da Plan B, além de ter sido regravada pelos Ramones e um montão de gente.
Em 2001, deixa a cadeia e decide que é hora de sacudir a poeira e voltar com força total. Surge uma nova encarnação do LOVE que resulta em um dvd lançado em 2003, comemorativo aos 35 anos de "Forever Changes".
O sucesso do material rendeu, além de ótimas críticas a Lee, uma série de tournées pela América do Norte, Europa e Austrália, mas tais tours também ocasionaram um desgaste monstruoso ao velho ídolo. Em abril 2006 fora diagnosticado com leucemia, mas todos os tratamentos foram em vão já que no dia 23 de junho, Lee passou desta para uma outra dimensão, aos 60 anos de idade.
Em pouco tempo, pela internet a fora começaram a pipocar sites e mais sites de fãs ansiosos por promover seu legado. Hoje, graças em grande parte à web, a obra de Arthur Lee continua mais viva do que nunca.


7 & 7 IS ( Arthur Lee & The Fuzztones - 1990 )


My Little Red Book (1966)


Alone Again Or / A House Is Not A Motel (2003)




You Set The Scene (2003)

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Este texto contém opiniões pessoais e todos comentários, opiniões e criticas são bem vindas...

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No Canto I dos “Lusíadas” Camões prepara leitor para a grandiosidade da aventura que será “cantada” e ao mesmo tempo expressa, até com uma certa apreensão, o desafio que será se equiparar aos clássicos na feitura dessa epopéia. Nos dois últimos versos da segunda estrofe ele diz: Cantando espalharei por toda parte, / Se a tanto me ajudar o engenho e arte.” Sendo que entende-se por engenho a parte técnica (versificação, rimas ricas, métrica, etc, no caso) e arte é a parte mais subjetiva que muitos ainda confundem com técnica, mesmo porque quando se fala de rima rica (palavras que rimam e que não são da mesma classe gramatical) o engenho e a arte se fundem. Arte é uma coisa para sentir...

Num mundo que se prima pela técnica, os artistas da música gastam um bocado de tempo falando sobre o produtor, estúdio, equipamento, estrutura hamonica, tapping, slap, pedal point, gravação em mídia X ou mídia Y, (ufa!) quem fala de arte em si é taxado como doido ou afetado (biba, para os íntimos. rs). (“Ah, um som meio mar revolto...”) Somos, infelizmente, treinados para agirmos assim!

Não que a técnica não seja importante para a criação. Um produtor consciente e bom conhecedor da estética que o artista vai gravar, um bom engenheiro de som, um bom estúdio, bons instrumentos e um bom conhecimento teórico e pratico para executar os instrumentos , uma boa captação e edição de vídeo, são, inclusive, essenciais para se construir uma boa obra musical. O problema é quando essas questões são maiores que a música em si.

Vou citar dois exemplos nos quais vê-se que nem sempre é preciso gastar rios de dinheiro para gravar um bom disco: os álbuns “Bleach” da Nirvana e “For Emma, forever ago” do Bom Iver. No primeiro caso a banda gastou cerca de 600 dólares e a produção, segundo a crítica, se encarregou de deixar o som mais “comercial”. Bom, essa questão é discutível, mas temos ai um bom disco no qual a o engenho e a arte parecem terem se dado bem sem um custo exorbitante. Já o segundo álbum é uma jóia. O americano Justin Vernon se “trancou” numa cabana por três meses no inverno de 2005 e gravou sozinho, com um equipamento modesto este álbum que é realmente uma obra prima. Sem contar que por aqui a banda Branco ou Tinto tem lançado excelentes singles captados com um único microfone!

Justin Vernon sabia o que queria e conseguiu. Acho que o mais importante é o artista saber o que quer independente do estilo que vai tocar. Daí o equipamento, produtor, a busca por uma técnica para tocar um instrumento vão na mesma direção.

Bom, citei dois exemplos de discos que acho que o engenho e a arte casou (sei que o exemplo do Nirvana vai dar discussões, rs). E ai galera? Coloquem no comment outros discos!



Bon Iver - "The Wolves (Act I & II)


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