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  • MAPA DO OPERAÇÃO CAVALO DE TRÓIA:

    O Operação Cavalo de Tróia" é dono de um imenso acervo relacionado ao rock, onde são encontradas matérias relacionadas a artístas, documentários, filmes e obras literárias. Além disso, o internauta poderá acompanhar a agenda de eventos culturais que acontecem em âmbito regional (Mato-Grosso), como em âmbito nacional. Para ficar por dentro do acervo e programação, acesse a "barra de pesquisa", ou clique nos respectivos marcadores

  • Tiasques

    Ufos, barricadas, anarquia, a mente humana e seus mistérios. Eis um resumo do que vem a ser o Tiasques, banda formada em maio de 2006 em Cuiabá-MT, e que de lá pra cá vem ganhando novos fãs e trilhando seu caminho com canções autorais. Saiba mais sobre a banda no www.myspace.com/tiasques

  • Base Oculta

    Banda cuiabana formada por Tenio e Dinho Moura, Augusto, Caio B. e Jósa Souza, cuja origem data de Agosto de 2003, adepta da vertente Pop Rock. Em dezembro de 2010 lançou o CD "Vamos Nessa", que pode ser conferido no www.myspace.com/baseoculta

  • Cavernas Bar

    Cavernas Bar se trata da casa mais famosa e prestigiada na cena rock/metal cuiabana. Em torno de uma década consagra a noite cuiabana com programações semanais, onde se revezam no palco bandas locais, nacionais e até de outros países. Está localizada no Centro de Cuiabá (MT), na Av. Barão de Melgaço, em frente ao Restaurante Popular..

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Dia 18 de Setembro, numa sexta-feira, nas Quadras Externas da UFMT, acontecerá a 2°Edição do "Luau do Cavalo", com shows das bandas Hilayama, Antiguidade Moderna, Males de Anto, Branco Ou Tinto e Tiasques.

Entrada gratuita, cerveja gelada e loja com produtos das bandas à venda!

A partir de hoje, contagem regressiva: FALTAM 19 DIAS!!!
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Início do mês rolou no Cine Teatro Cuiabá o lançamento do Video Clipe do Mandala Soul, chamado "Vibração". Para quem não pôde estar presente naquela ocasião, abaixo poderá conferir o resultado apresentado:



A produção do Video Clipe ficou por conta da produtora de filmes "Terra do Sol", cujo roteiro e direção, ficou por conta de ninguém menos que Leonardo Sant'ana, o mesmo do Video Clipe do Branco Ou Tinto.

O resultado ficou impressionante!
Posted by Mikhail Baraniuk de Queiroz Categories: Marcadores: , ,


O texto a seguir não é de minha autoria, mas reflete muito minhas idéias de como a linguagem nos dias de hoje move a nossa realidade, então leiam e pensem:

Um garoto chegou em casa e disse para o pai:

A professora mandou fazer uma frase sobre economia e eu não sei nada disso;

- Não se preocupe meu filho, vou te explicar de uma maneira bem simples:

- Eu, que trago o dinheiro para dentro de casa, sou o Capitalismo;

- Sua mãe, que administra tudo, é o Governo;

- Nossa empregada, que faz o trabalho pesado, é a Classe Operária;

- Seu irmãozinho, o bebê, é o futuro da nação;

- Você, que está batalhando para vencer na vida, é o Povo;

- Então, o garoto inteligentemente foi dormir pensando em tudo aquilo.

- Quando era mais ou menos três da madrugada, o irmãozinho começou a chorar.

- O garoto então acordou e viu que o bebê estava todo sujo de cocô.

- O menino foi ao quarto dos pais e lá estava a mãe dormindo.

- Apesar de chamá-la com insistência, a mãe não acordava, pois dormia profundamente.

- Procurando o pai pela casa encontro-o no quarto da empregada, ‘afogando o ganso’.

- No outro dia tirou nota máxima em seu trabalho com esta frase:

O FUTURO DA NAÇÃO ESTÁ NA MERDA PORQUE, ENQUANTO O CAPITALISMO FODE COM A CLASSE OPERÁRIA, O GOVERNO DORME, IGNORANDO OS APELOS INSISTENTES DO POVO.
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Liquid Television
é um prêmio Emmy 1990 de mostra de animação que apareceu na MTV.

A primeira temporada da Liquid Television também foi exibida na BBC em co-produção com a MTV. A MTV encomendou três temporadas do show, que foi produzido por Colossal Pictures. Tem servido como ponto de partida para vários desenhos originais de alto perfil, incluindo Beavis and Butt-head, Æon Flux, Cartoon Sushi e The Head.

A maior parte do material Liquid Television foi criado por animadores e artistas independentes, especialmente para o show, e alguns segmentos já produzidos foram compilados a partir de festivais como o Spike e Mike e Sick Twisted Festival of Animation. Mark Mothersbaugh compos a música tema do programa. Foi transmitido na Nova Zelândia pela TV3 e naAustrália pela SBS.

Houve também um grande número de peças de animação adaptado de trabalho de Art Spiegelman 'comic, RAW.

RAW são uma série de desenhos underground, como Mark Beyer, Richard Sala, e Peter Bagge. Em particular, o Cão-Menino por Charles Burns foi baseado na série do artista em RAW.

Segmentos selecionados da série, incluindo as primeiras aparições do Æon Flux, foram liberados em duas fitas VHS na década de 1990 como o melhor dos Liquid Television partes um e dois. Um volume da coleção, intitulado Wet Shorts (O Melhor de Liquid Television), que reúne as duas fitas VHS, está disponível em DVD.

Por Mikhail B. Queiroz


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Roberto Viana_Lady Murphy

Como já noticiamos nesta semana por aqui, amanhã no Clube de Esquina a super banda "Lady Murphy", fará mais uma apresentação em Cuiabá.

O time é formado por Leon Pio, Leocádia, Roberto Viana (beto loko) e Yuri Simples.

A entrada ficará apenas a R$ 5,00!
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O Cena Morta, que surgiu em 2008, organizará no próximo dia 12/9, no Declyver Snooker Bar (ou "Canelas Snooker Bar") seu terceiro evento, e assim como os outros, contará exclusivamente com discotecagem, que nesta edição, ficará por conta do Dj Jimmy (post punk), Dj Deby (Pop 80), Dj Alan (Dark Wave), Dj Altino (Gothic Rock/eletro rock) e Dj Danilo (Ebm).

A entrada ficará ao valor de R$ 5,00 para homens e R$ 4,00 para Mulheres.

Além de tudo, haverá durante o evento o sorteio de um Piercing pelo "Scars Tatoo".

Sem dúvidas o "Cena Morta III" tem tudo pra ser um ótimo evento! Já anota aí na agenda!!!


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Maiores informações sobre o preço dos pacotes e escola de música:
92832443/ 84086339/ 81187616/ 84319770

ou

estudiooct@gmail.com
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Antiguidade Moderna, uma das atrações da noite!


A segunda edição do "Luau do Cavalo" já tem data e local confirmados! Acontecerá dia 18 de Setembro, sexta, nas Quadras da UFMT, a partir das 22:00h com shows das bandas Males de Anto, Antiguidade Moderna, Hilayam, Tiasques e Branco Ou Tinto.

A entrada será gratuita, e além da tradicional cerveja gelada, será montanda uma pequena loja, com cds de bandas, camisetas, zines,etc.

Nos próximos dias traremos mais informações do evento!
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No último dia 21 de Agosto, completaram-se 20 anos da morte de Raul Seixas, o Maluco Beleza. Nem preciso de dizer quem foi e qual a sua importância, não é verdade? Em homenagem a todos os seus fãs, colocamos abaixo a última entrevista de Raul Seixas, concedida para Jô Soares, em 1989:





Gostaram???

* Neste sábado, dia 29 de Agosto, rola "Tributo a Raul Seixas" no Cavernas Bar. Além das performances ao vivo - uma das banda confirmadas é Branco Ou Tinto -, rolará passagem de videos, exposição de fotos e muito "Toca Rauull". A entrada ficará ao valor de R$ 3,00!

Posted by Anônimo Categories: Marcadores: , , , , ,

Por curiosidade, fuçando as páginas dos indicados para o prêmio VMB deste ano, tive a graça de, entre hypes e figurinhas carimbadas da MTV, rever a “Devotos”, concorrendo na categoria hardcore. Aliás nessa categoria acontece uma coisa interessante: tem outras bandas legais, não tão novas (com, no mínimo, 10 anos). Particularmente, na minha já distante adolescência, curti muito a “Devotos” não só por gostar de punk e hardcore mas também por eles representarem muito bem essa estética pelo exemplo de não apenas fazer crítica contra o sistema capitalista, mas também pela luta social. Nascidos num lugar paupérrimo, totalmente deslocados dos grandes centros, Cannibal (baixo e vocal), Celo (bateria) e Neilton (guitarra) conseguiram sobreviver quase exclusivamente de uma estética artística nem tanto comercial e ainda com uma consciência social tão rica que mudaram, de certa forma, a cara do bairro “Alto José do Pinho”. A banda completou este ano 20 anos de carreira com quatro discos de estúdio, um EP e um disco ao vivo ( comemorando 20 anos de estrada) e muitos shows no Brasil e no mundo sem precisar mudar do bairro. A banda mantém uma ONG (Alto-Falante) e rádios comunitárias numa filosofia, segundo Canibal, de “mudar primeiro o bairro”.

Esse pensamento parece meio “bairrista”no sentido literal, mas faz sentido quando pensarmos que a maioria da população vive sem ao menos pensar criticamente em relação ao sistema que faz tudo funcionar. Deixar as pessoas próximas da gente sem ao menos refletir, pensar criticamente sobre isso seria uma grande irresponsabilidade. O punk tem várias vertentes, mas eu a vejo principalmente como uma arte engajada em fazer critica contra o sistema. O tal Sistema Capitalista está em crise, já prevista por sinal, ouve-se falar em responsabilidade social, ambiental e cultural por parte de algumas empresas, P2P, Software Livre, Movimento MPB ( Música pra Baixar ). Algo está mudando...

A Devotos de, certa forma, foi beneficiada pelo movimento “Manguebeat”, pois os olhos da imprensa voltaram-se para Recife, mas eles nunca deixaram as suas convicções, nem mesmo o velho “Alto José do Pinho”. Segundo Canibal, em entrevista para o Caderno C do Jornal do Comércio, que diz: “ Até quando vamos tocar em São Paulo pedimos para os shows aconteçam numa sequencia, ninguém está afim de ficar batendo pernas em São Paulo, quer logo voltar pra casa. Se a gente deixar o Alto a gente vai buscar inspiração onde?" Os caras continuaram firmes, convictos e simples, na luta!




Posted by Maximiliano Merege Categories: Marcadores: , ,


Les Paul: Guitarras, Guitarras e mais Guitarras

Comecemos com uma breve lista de artístas: George Harrison, Paul McCartney, Jimmy Page, Eric Clapton, Jeff Beck, Peter Frampton, Gary Moore, Pete Townshend (the Who), Steve Howe (Yes), Ace Frehley (Kiss), Tommy Thayer (Kiss), Joe Perry (Aerosmith), Adrian Smith (Iron Maiden), Duane Allman (Allman Brothers), Gary Rossington (Lynyrd Skynyrd), Daron Malakian (System Of a Down), Phil Campbell (Motorhead), John Fogerty (Creedenace C.R.), Slash (Guns'N'Roses), Zakk Wylde (Ozzy Osbourne), Noel Gallagher (Oasis), David Gilmour (Pink Floyd), Dave Grohl (Foo Fighters), Kirk Hammett (Metallica), Marcus Siepen (Blind Guardian), Jay Jay French (Twisted Sister), Billie Joe (Green Day) e Mark Knopfler (Dire Straits)

O que todos têm em comum?! Todos, de um jeito ou de outro, prestam seu tributo a Les Paul!
Aos que desconhecem e também aos que adoram praguejar contra a música eletricamente amplificada ou ao rock propriamente dito, o sr. Lester William Polsfuss - mais conhecido como Les Paul - deu ao mundo das artes uma das maiores invenções desde a máquina fotográfica: a guitarra elétrica!
Les Paul entrou para a história como o "Thomas Edson da indústria musical", pois além de inventar a guitarra elétrica, também revolucionou a forma de gravar música, quando possibilitou a gravação de todos os instrumentos em canais avulsos.
Nascido em 1915, no norte dos Estados Unidos, começou a tocar profissionalmente aos 13 em um restaurante perto de sua casa. Autodidata, começou sua vida de músico com uma simples harmônica, imitando artistas de country que tocavam no rádio. Aprendeu um pouco de piano por conta própria, aventurou-se a tocar banjo e em seguida foi a vez do violão. Ainda aos 13, afim de se fazer mais audível para seu público, descobriu que com uma agulha de gramofone e um autofalante de rádio podia amplificar o som de sua guitarra.
Aos 17 anos lagou a escola e foi seguir o caminho da música. Mudou-se de mala e cuia para Chicago, onde caiu nas graças do mundo do rádio e tornou-se uma espécie de rei da música country por aqueles prados. No final dos anos 30, juntou-se ao contrabaixista Ernie Newton e ao guitarrista Jimmy Atkins (irmão de Chet Atkins) para formar o Les Paul Trio. Mudaram-se para Nova Iorque e lá passaram a trabalhar direto com figurinhas carimbadas da música popular e do jazz, como Fred Waring, Louis Armstrong, Art Tatum, Ben Webster, Stuff Smith e Charlie Christian. Em 1941 criou, enfim, a guitarra elétrica, a partir de um corpo semelhante ao de um violão, mas feito de madeira maciça e com capitação elétrica dos sons. Les Paul passou a chamar o instrumento de "the Log" e, depois disso, o mundo nunca mais seria o mesmo...
Foi casado com a cantora Mary Ford, entre 1949 e 1963. Teve três filhos e uma filha adotiva.
Com Mary Ford produziu, além de filhos, inúmeros sucessos durante os anos 50. O próprio Paul McCartney relata que em suas primeiras apresentações, à frente dos Quarrymen (banda pré-Beatles que teve com John Lennon nos idos de 1957), tocava muitas e muitas músicas da dupla Les Paul & Mary Ford.


com Mary Ford, sua eterna parceira

Apesar de já ter sido indicado simultaneamente a inúmeros prêmios e "Halls of Fame", Les Paul só sentiu as "pernas tremerem" de fato em 2006, quando ganhou o Grammy por seu disco "Les Paul & Friends: American Made World Played". Sua saúde ficou fagilizada com tanta emoção e desde então redobraram-se os cuidados.
No decorrer de sua vida, por inúmeras vezes, Les Paul encarou a morte nos olhos, mas somente na quinta-feira, 13 de agosto de 2009, aos 94 anos, morreu de pneumonia, no White Plains Hospital, em Nova Iorque, ao lado da familia e de amigos.
Ao saberem da morte do mestre, diversos artistas prestaram suas homenagens pelos mais variados canais de tv, rádio e web: Slash, Trey Anastasio, Joe Satriani, Tom Morello, Ace Frehley, Brian "Head" Welch, Tad Kubler e Keith Richards.
Esta coluna é dedicada à memória e ao legado desta figura ímpar que revolucionou a música no século XX e com quem o mundo tem uma dívida de gratidão.

Um grande abraço a todos e até a próxima.


o bom e velho Les Paul


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Originalmente publicado no jornal Folha do Estado, caderno Folha 3, no domingo 16/Agosto/2009.

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O que é visual kei?

Visual Kei (Estilo Visual) surgiu no Japão na década de 80 e é um movimento musical que tem em suas raizes a idéia de que o comportamento das pessoas está mudando com os avanços da evolução tecnológica, distânciando a possibilidade de interação social e até mesmo a distinção do mundo real que a dependência tecnológica pode trazer. Sendo assim, para não perder os traços humanos as bandas se expressam de todos os jeitos com cabelos pintados, penteados que lembram muito "cosplay", acessorios estravagantes, cores vivas, peças teatrais quando rola o show e até mesmo a criação de personagens para os membros da banda representarem.


Visual Kei como arma de protesto

Visual kei foi a forma que os jovens e musicos japoneses encontraram para chocar a sociedade conservadora daquele pais, mesmo o japão sendo a 2° potencia capitalista do mundo ele vive entre o velho e o novo, o pais das tradições e da tecnologia. Enquanto nos EUA o rock chocava a sociedade com DROGAS e SEXO (ransgressão ) o japones pensava diferente sobre isso tudo e em grande parte os jovens se sintiram afastados da musica (rock).






Minha Opinião


A pouco tempo atrás muitos modismos surgiram graças a mídia, e a parte histórica e ideologica foi deixada de lado transformando alguns movimentos em meios de consumo, tal como aconteceu com os góticos que foram ridicularizados pela série "MALHAÇÃO" e tristemente infantilizados com "CREPUSCULO" (que por sinal é um ótimo livro e um filme bem feito) . Visual Kei ainda não estourou no Brasil, mas quando este dia chegar você já saberá o que o verdadeiro Visual Kei está
além de roupas e musicas, ele também é um movimento underground completo.

Alguns Clipes de bandas Visual Kei




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Toques de Prazer, uma das bandas que já passaram pelo Estúdio...


Mal abriu as portas e a procura dos artístas começa a preencher os horários disponíveis do estúdio, que funciona de Segunda a Sábado, das 9:00 às 22:00h.

Por lá já passaram, nessas duas primeiras semanas de funcionamento, desde bandas de rock, bandas evangélicas à bandas de axé.

Neste primeiro mês, estamos fazendo uma super promoção para àqueles que querem conhecer o estúdio no primeiro ensaio: 2 horas por R$ 15,00!!!

Confira clicando neste link os valores dos pacotes de ensaio e como funciona a Escola de Música da OCT!

Os professores cadastrados são:
Bateria: Marcos Tubarão (Branco Ou Tinto) e Junior Conan (bateria);
Violão: Jefferson (graduando de música da UFMT)e Alessandro Gomes (Tiasques);
Baixo: Alessandro Gomes (Tiasques);
Guitarra: Jefferson e Maykonn Sauder (Tiasques).

CORRA!!!... ainda dá tempo pra agendar seu horário e se matricular!!!

Contatos: estudiooct@gmail.com/estudiooct@hotmail.com / Fones: 84086339/92832443/ 81187616/ 84319770

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CAPA:



VERSO:



Enquanto a banda Tiasques prepara o novo repertório e gravação, atendendo os pedidos de alguns fãs, encomendou uma nova tiragem do álbum "Sincréticos Ruídos", que foi gravado em 2007 com Igor Cavalieri.

Além das faixas do antigo álbum - "A complexidade das pequenas gotas", "O ponteiro do relógio", ´"Sincréticos Ruídos", "Pão e circo" e "Distantes sentinelas" -, a banda também disponibiliza no novo material, como faixa bônus, a canção "Senhor da guerra", na versão de 2005, gravada no antigo Estúdio do Facchini, da antiga banda Jihaad, na qual Bruno Rodriguês era o vocalista,.

Não perca tempo e garanta o seu, pois foram produzidos apenas 50 Cds!

Neste sábado, 22/8, no Almoço Acústico, no Declyver Snooker Bar, em Cuiabá-MT, alguns já estarão à venda!



FONTE: TIASQUES BLOGSPOT
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Há 20 anos atrás o Brasil perdeu um dos maiores compositores e artístas que o Rock nacional conheceu: Raul Seixas, vulgo "Elvis brasileiro".

No próximo dia 29/08, no Cavernas Bar, vai acontecer um tributo ao "Maluco beleza", com exposições de videos, livros, fotos, palco livre entre outras atrações.

A entrada ficará apenas a R$ 3,00.
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Pensar em música como mídia de armazenamento é uns dos maiores equívocos já inventado. É lógico que a possibilidade de poder reproduzir a música favorita em um aparelho portátil revolucionou o modo como interagimos com esse tipo de arte. Só para ilustrar: um livro a gente pode levar (depende do tamanho) para qualquer lugar. Um quadro, quando adquirido, podemos mudar para a cômodo que quisermos. Entretanto em artes performáticas (teatro, dança, música) nem sempre é possível “carregar”os artistas para tê-los em casa. Bom, com invenções que possibilitaram armazenar áudio e vídeo em mídias especificas acabaram por permitir “levar” os artistas de artes performáticas para a casa e reproduzir peças dessas artes em aparelhos domésticos, sem precisar de esperar pela próxima apresentação. Curtir um som enquanto lava os pratos ou enquanto dirige o automóvel, assistir a um show na TV são experiencias relativamente novas. Mas a famosa frase: " gravar um CD" não é necessariamente "fazer música".
Mídia maldita: Muitos lembram com saudade do Vinil,
quase ninguém sente saudade da fita cassete!

O problema é que tanto a mídia de armazenamento quanto os aparelhos que as reproduzem tornaram-se mercadorias de valor superestimado e, o pior, permitiram que candidatos a artistas serem mega-produzidos, embalados e colocados no mercado para serem comercializados. Alguns deles inclusive dublam a si próprios em shows perdendo o sentido do ritual que é um concerto musical. O mais cruel de tudo é que, para o cidadão mediano, para quem o que passa na mídia de massa é a única realidade, esses são os “verdadeiros” artistas, o Santo Graal da Arte! Tornou-se tudo muito produzido, sensaborão, inocente, dócil, esterilizado.... Atualmente o único “veneno” que vem aparecendo nesse tipo de arte é o sexismo. Também pudera! Na política de pão e circo, o sexo torna-se um ótimo, barato e conveniente entretenimento para os cidadãos: Só precisamos dos órgãos sexuais. Não que eu seja um puritano ou falso moralista, adoro rock'n'roll pornográfico dos “Pé Rachado e Os Porras Lokas”, mas eles também tem “Av. Brasil”, “Catatau” e o impagável “O Pombo” e muito rock'n'roll...

Voltando....

Passamos pelo vinil, fita cassete e última mídia de armazenamento, o CD, acabou por morrer. O artista hoje em dia que pensar em vender CDs e se rachar de ganhar dinheiro está equivocado. O que vale é o show, a performance, a sociabilização, o ritual (que não tem preço). O CD é um cartão de visita ou um artefato para quem ama o artista e deseja colecionar a obra do mesmo, nada mais que isso. A mídia não é a arte em si. A invenção da internet e do mp3 nos mostra que nascemos para compartilhar, um em função do outro (até de nossos inimigos). Pensando assim podemos concluir que o sistema vigente está equivocado, mas vivemos nele. Ou revolucionamos ou nos adaptamos. A tal crise da indústria fonográfica é reflexo desse equívoco.

O artista de verdade não se queixa da tal pirataria, ele quer eternizar-se, entende a sua finitude. O que se deve pensar, e isso envolve todos (artistas e público), é como o artista se manter dignamente produzindo arte neste sistema. A última experiencia da banda inglesa Radiohead (que deixou o seu último álbum “In Rainbows” para ser baixado na internet e a pessoa pagava, se quisesse, o preço que achasse conveniente e depois disponibilizou nas lojas uma edição real especial) nos mostra um caminho. Thom Yorke, em uma entrevista, disse que ganhou muito mais dinheiro que antes, pois não precisou da gravadora para intermediar. Eles parecem estar muito à vontade com esse formato Ouça uma música nova deles aqui. A Tramavirtual, com os downloads remunerados para o artista e grátis para o ouvinte, também é um outro caminho.

Bom.. Pra onde vamos...? Fala ai gurizada!

Comercial brincando com o fato destes malditos nem terem gravado a própria voz em estúdio.
(Farsa descoberta depois deles ganharem o Grammy)

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Por Carlos B.
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Conforme nossa publicidade de alguns dias para cá, o "Almoço Acústico" é uma realização da banda Antiguidade Moderna. A proposta é simples: shows acústicos - vioção e voz -, e depois um almoço para confraternização dos rockeiros (as) cuiabano-varzea-grandenses.

Quem está confirmado: Bruno Rodriguês (Tiasques) com violão e voz, e Eduardo Lamark (Antigudade Moderna).

O palco também estará aberto para àqueles que sentirem à vontade para tocar e cantar.

A entrada ficará ao custo de R$ 5,00 e o evento começa às 10:00h, no Declyver Snooker Bar, que está localizado na Rua Thougo Pereira, Centro, frente ao Ginásio do Colégio São Gonçalo.

O cardápio, que está sendo preparado por Débora Lima (produtora do Antiguidade Moderna) será:

-galinhada;
- maionese;
- farofinha paulista;
- salada
- frutas

Todos sem excessão estão convidados para o evento!
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A super banda formada por Leon Pio, Leocádia, Roberto Viana (Beto loko) e Yuri Simples, se apresentará novamente em Cuiabá, no próximo dia 29/08 no Clube de Esquina. Sem dúvidas é uma ótima pedida para os amantes do bom e velho rock n'roll, já que o repertório da banda vai dos clássicos dos anos 60 aos dos anos 80. Contagem regressiva!!!
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Em plena sexta-feira o bar mais "underground" da cidade vai estar de portas abertas, a preço de R$ 5,00, com os shows das bandas Mao Sozen e Lexial.

Cavernas Bar está localizado na Avenida Barão de Melgação, Centro, ao lado do Restaurante Serra.
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Se não votou no Branco Ou Tinto, ainda dá tempo, pois o concurso encerra amanhã (20/08)!!! É só enviar um torpedo SMS com a palavra BANDA 1 para o número 49403.
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Maiores informações:
e-mail: estudiooct@gmail.com
Fones: 81187616/84086339/92832443/84319770
Posted by Mikhail Baraniuk de Queiroz Categories: Marcadores: , , , ,


Seguindo a linha do The Wonders, apresento o The Monkees que não é uma banda fictícia.

The Monkees foi um grupo de rock dos Estados Unidos formado por David Jones (voz e percussão), Micky Dolenz (voz e bateria), Peter Tork (baixo, teclado e voz) e Mike Nesmith (voz e guitarra).

O grupo foi criado em 1965 pela rede americana NBC para rivalizar com o grupo inglês The Beatles. Para escolher os futuros astros, os produtores colocaram no jornal um classificado pedindo "quatro loucos entre 17 e 21 anos", o que resultou no aparecimento de 437 candidatos. Tiveram uma série de TV entre 1966 e 1968 e um longa-metragem para cinema chamado Head (no Brasil: "Os Monkees estão soltos").Bert Schneider e Bob Rafelson queriam criar uma serie de tv com 4 jovens musicos em 1965 e eles precisavam de 4 perfis diferentes: Mike Nesmith, um músico ligado em country/folk music e excelente compositor, Peter Tork, o homem dos mil instrumentos,Micky Dolenz, um jovem ator/cantor que quando criança, tinha estrelado uma série para a TV (exibida no Brasil) chamada "O Menino do Circo". O quarto Monkee, Davy Jones, já tinha sido contratado pelo estúdio um pouco antes, quando o grupo de teatro com o qual tinha vindo para os EUA apresentou-se na Broadway, com a peça "Oliver". Mas, mesmo assim, ele participou dos testes.

Gravaram diversos álbuns, no início somente como cantores, já que músicos de estúdio eram contratados pela gravadora. Mas cansados de tanto controle, conseguiram produzir um álbum autoral em 1967, o antológico Headquarters e se separaram algum tempo depois. Várias turnês e concertos foram realizados e a cada lançamento de LP, a banda conquistava mais e mais fãs. Mike e Peter chegaram a deixar a banda, sendo substituídos brevemente pela dupla Boyce & Hart, os compositores de vários dos hits da banda. Peter voltaria depois, mas Mike somente gravaria com a banda uma última vez em 1995, ocasião do lançamento de Just Us, um álbum inteiramente composto e produzido pelo quarteto. Alguns shows com a formação original marcaram o lançamento de Just Us e, após isso, somente Peter, Dave e Micky continuaram. Algumas turnês com o trio foram feitas e cada um seguiu seu caminho.





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Revirando um pouco o passado não muito distante mas um pouco empoeirado re-encontrei um grande sucesso do cinema. That thing you do! ( The wonders o sonho não acabou - título no brasil ) é um filme escrito dirigido e atuado por Tom Hanks.

No Filme, James Mattingly faz uma musica para sua namorada Faye Dolan. O baterista "Skitch" escuta a música e dá o toque que falatava para torna-la um sucesso esplosivo.



Compondo a Música (na real)

O filme figura a música originada por Hanks, Adam Schlesinger, Rick Elias, Scott Rogness, Mike Piccirillo, Gary Goetzman e Howard Shore. The Wonders tem uma ascensão rápida com o One-hit wonder "That Thing You Do", uma canção escrita como uma balada nostálgica mas que se torna um rock animado durante a primeira performance da banda num show de talentos. Escrita e composta por Adam Schlesinger, baixista dos Fountains of Wayne e Ivy, e lançada na trilha sonora do filme, a canção se tornou uma genuína parada de sucesso para The Wonders em 1996 (a música chegou a 41a no Billboard Hot 100, 22a no Adult Comtemporary, 18a no Adult Top 40, e 24a na Top 40 Mainstream). A trilha foi indicada para o Globo de Ouro de 1996 e para o Óscar de 1996 como Melhor Canção Original. Mike Viola dos The Candy Butchers fez o distinto vocal da gravação para os The Wonders
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Foi confirmado de última hora, mas para aqueles que não tiveram a oportunidade de ver esta grande banda tocando no sábado passado, hoje Amazarak se apresentará no Cavernas Bar, tocando diversos covers, para alegria dos amantes do metal...

A entrada ficará ao custo de R$ 5,00. Com certeza vale a pena!Abaixo uma pequena performance da banda:

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PARTE I

No início desta semana publicamos aqui blog a primeira parte da entrevista com a banda Mallord, que foi realizada por Josa Souza, baixista do Hilayama e também integrante da OCT. Abaixo damos continuidade às perguntas e respostas:


5. Josa: Exatamente há quanto tempo existe a banda?

Mallord: Bom, eu diria que há 3 anos e pouco, mas estamos exercendo mesmo o trabalho há 2 anos. Mas as nossas músicas já tem de 3 a 4 anos. Eu (Luiz) compus todas elas já há um tempo, heh) e temos muita música guardada.


6. Josa: Como é que vocês enxergam a cena de Cuiabá hoje?

Mallord:
Eu acho que ta muito bipolar e um pouco fraco. Esse negócio de dois coletivos rivais é um pouco estranho. Não deveriam ser rivais já que a idéia é melhorar a cena cuiabana. Eu tenho amigos dos dois lados da moeda e não sou rival de nenhum dos dois coletivos.

Aqui tem bastantes bandas boas e bandas péssimas e acho que deveríamos ter mais espaço para tocar. Lugares maiores mais bem pagos, shows deveriam ser mais divulgados. Sei que é difícil, só acho que deveria hehe.

7. Josa: Das bandas existem aqui em Cuiabá quais lhes chamam a atenção?

Luiz -
curto Inimitáveis, Branco Ou Tinto, Macaco Bong, The Melt e, é claro Hilayama e Sr. Infame, hehe.

Leonardo – Acho que a que mais me chama a atenção e Macaco Bong e Vitrolas Polifonicas. Acho o Macaco um banda de musicos muito talentosos, além e claro do estilo proprio deles, algo bem diferente do que se ve por ai. Ja o Vitrolas, acho uma banda muito boa, com canções muito boas, falta algumas coisas para eles chamarem mais atenção, mas concerteza vão conseguir um grande espaçona cena da musica.

8. Josa : Quais são os contatos da banda? E como o público pode conhecer alguma produção da mesma, por exemplo música e/ou vídeo?


Mallord: Pode entrar em contato pelo orkut e por enquanto ainda não temos música nem vídeo gravados.

Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=43227621
Em breve estaremos lançando também nosso blogger, que já está passando por um processo de produção. Nele o público poderá estar conhecendo um pouco mais do trabalho da banda, tal como também o que anda acontecendo na cena Cuiabana. www.mallord.blogspot.com

Mais informações :
(65) 9236-3968 Leonardo (Innocent Exile )
Lnd_psonora@hotmail.com Leonardo (Innocent Exile)

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Teatro de Arena.
Um lugar ótimo onde promoveremos eventos.



É impressionante o estrago que a mídia de massa tem feito na cabeça desta geração!

Estávamos muito otimistas com a nossa aparição no Festival de Música Estudantil, aqui na Vila*. Tocaríamos uns 30 minutos enquanto os jurados somavam os pontos dos candidatos. Mais do que suficiente para nós, da MDA, apresentarmos nossas músicas a um público que, ao nosso ver, poderia curtir um bom rock'n'roll apesar de serem massificados por outros estilos nonssenses. A nossa ideia em nossas aparições na vila é simplesmente 'semear' nosso som já que o público de rock praticamente não existe. Existe sim uns dez gatos pingados que curtem o som e que sempre ficam até o fim das apresentações.

Bom, começamos com uma música cover conhecida para deixar a coisa mais acessível possível: Bete Balanço, do Cazuza, no caso. Depois mandamos o nosso som. A propósito o som estava muito bom! Alguns adolescentes mostraram interessados, principalmente nos solos de guitarra, no entanto a maioria mostrava-se um pouco entediada com o lance, apenas esperando a divulgação do resultado. Alguns pediam lambadão, axé, swingueira, etc! Bom terminamos o lance meio que num desalento: Antigamente os jovens eram diferentes, comentávamos enquanto arrumávamos os instrumentos...

Fui buscar o carro para carregar os instrumentos quando a Vânia, namorada do nosso baterista me alertou: “Tem uns carinhas mexendo no seu carro!”. Pensei: “ Só me faltava era essa: além de não curtirem o som, essa molecada ainda quer estragar o meu carro!”

Gritei com eles e saíram, um bandinho de adolescentes, nervosos. Fui ver o que eles tinham feito na traseira do carro. Bom, eles sentiram... Eles tinham que manifestar... Mesmo que toda a sociedade hipócrita os odiasse...

No vidro empoeirado do meu carro eles escreveram: “Seu som é show! Rock'n'roll!”

E seguimos firmes, plantando sementes!


Caio B. [Males de Anto - MDA]
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*Vila: Santo Antonio do Leverger

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Nesta próxima quinta-feira, dia 13 de Agosto, acontecerá em Cuiabá, no estacionamento do Clube Feminino, um evento de grande importância histórica e política: o pré-lançamento do MPB – Movimento para Baixar –, no Estado de Mato Grosso, por meio do evento intitulado “Re-mecânica das palavras”, que reunirá música – shows das bandas Os Viralatas, Fuzzly, Branco Ou Tinto e Lopes -, poesia, teatro, performances, artes plásticas, memória e certamente, muita ATITUDE.

Este acontecimento, por si só, já dá muito “pano pra manga”, mas como o tempo é curto e a proposta de comunicação de um blog também não comporta uma discussão mais “profunda” sobre determinadas características sócio-político—culturais, vamos nos ater, nesta primeira nota, a explicações genéricas do que vem a ser, primeiro o “MPB”, depois a “Re-mecânica das Palavras.

MPB:

Nasceu da iniciativa de vários agentes relacionados à cultura no Brasil, de conectar diversas áreas como a música, comunicação, tecnologia, dentre outras, mas no sentimento de rever as “lógicas vigentes” do mercado capitalista EXCLUDENTE, que especificamente na música identificamos como, por exemplo, o “jabá” (pagar pra tocar). Dentre as muitas bandeiras de luta defendias pelo MPB, destacamos:

- Questionamento e mobilização contra o controle da internet proposto pelo projeto de lei do Senador Azeredo (PSDB), denominado de “AI-5 Digital”;

- Defesa do direito de baixar música e semear projetos musicais;

- Flexibilização dos “Direitos autorais”;

- Defesa do “Software livre” e comunicação comunitária;

A grosso modo, o MPB representa a “democratização da comunicação em rede cibernética”!

Para conferir de perto o que significa este movimento, é indispensável, a leitura do MANIFESTO (clique no link)


E A RE-MECÂNICA DA PALAVRA???

No dia 13 de Agosto de 1983, aconteceu em Cuiabá um grande evento, que na época se chamou “Mecânica da palavra”, congregando diferentes artistas e marcando o início da “arte urbana” na cidade. Então, devido a toda movimentação nacional advinda do surgimento do MPB, os agentes mato-grossenses envolvidos com o MPB, que foram os mesmos envolvidos no “Mecânica da palavra”, em 1983, fundiram toda a “importância” de ambos os movimentos, e concluíram que a melhor data para seu lançamento é justamente nesta quinta-feira, dia 13 de Agosto, 26 anos após as transformações na arte urbana por essas terras...

Para entendermos o “Re-mecânica...”, nos valemos das palavras de Eduardo Ferreira, um dos mentores e idealizadores de toda a movimentação:

Morre um modelo de produção selvagem e excludente dentro do capitalismo voraz que devora dignidades e desequilibra o jogo da vida colocando o futuro da humanidade em alto risco, seja pela gula, seja pelos excessos dos consumidores, provocados que são, pela propaganda, criando um brinquedo atrás do outro. É tudo rápido demais, é tudo efêmero, quebre o brinquedo e veja, não há nada dentro (curiosidade de qualquer criança), quebre essa corrente do compre mais, quebre mais, junte o lixo, esconda debaixo da cama se for capaz. Não dá mais para se esconder debaixo do tapete da sala, meu caro!”

Abaixo deixamos alguns links de onde a “Re-mecânica da palavra” tem veiculado:

OVERMUNDO

OS VIRALATA WORDPRESS

Como dissemos, tentamos acima comentar de maneira bem genérica e rápida sobre o MPB e a Re-mecânica da palavra nesta primeira nota. Nos próximos dias novas notas virão, mas deixamos aqui a convocação para todos a respeito do evento de amanhã, que não deixa margens de dúvidas quanto a sua importância nestes dias em que nossos direitos básicos enquanto seres humanos são atacados de todas as formas. Participar do “Re-mecânica..,” e fazer coro com todas vozes que se erguem em torno do surgimento do MPB, antes de mais nada, é dizer um BASTA à nossa “coisificação”, desumanização...
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A banda Tiasques, que desde a entrada do novo guitarrista solo, Maykonn Sauder se dedica intensamente a ensaios e criações, acaba de confimar quatro datas de shows!

A primeira, dia 22/8, será uma apresentação acústica, no evento promovido pela banda Antiguidade Moderna, o "Almoço Acústico", que acontecerá no Declyver Snooker Bar, a partir das 10:00h, com convites a partir de R$ 5,00. Para quem nunca teve a oportunidade de ver conferir a banda na "versão" violão e voz, essa é a oportunidade!

Já a segunda data, é justamente no "Luau do Cavalo", evento realizado pela "Operação Cavalo de Tróia", que acontecerá dia 11 de Setembro. O local do evento será confirmado semana que vem, mas junto com o Tiasques, se apresentarão outras quatro bandas. Neste, a entrada será gratuita, e a banda finalmente executará seu show autoral, intitulado "Cavaleiro de Papel".

Na semana seguinte, dia 19/9, num sábado, a banda comemorará seu aniversário de 3 anos de estrada, juntamente com a banda Branco Ou Tinto, que estará comemorando 2 anos de estrada. Os detalhes ainda estão sendo negociados, mas será uma grande noite, com direito à venda de cds, camisetas e exposição de vides.

A última data confirmada, a do dia 26/9, é o evento chamado "Underground Metal Fest", que além do Tiasques, se apresentarão as bandas The Heavens Fall, Menorah e Arkagel (Bolívia).

Nas próximas semanas divulgaremos mais detalhes da agenda que o Tiasques está articulando para o segundo semestre de 2009, mas desde já agradecemos a todos os fãs da banda, que nos momentos de maior 'dificuldade' estiveram nos dando aquele "empurrãozinho"...

FONTE: BLOG TIASQUES

CONFIRA TAMBÉM:

MY SPACE TIASQUES

BANDAS DE GARAGEM TIASQUES

FLICKR TIASQUES
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O Estúdio OCT iniciou a matrícula para a Escolinha de Música e as vagas são limitadas, de modo que neste primeiro trimestre somente serão oferecidas 20 vagas, distribuídas entre violão, guitarra, baixo e bateria. Portanto, você que reside na região do grande CPA, não perca tempo! Abaixo a lista de valores:
- Violão: R$ 60,00;
- Guitarra: R$ 65,00;
- Baixo: R$ 65,00;
- Bateria: R$ 75,00.

Quanto ao funcionamento do Estúdio OCT, além dos pacotes que já foram definidos, com suas respectivas promoções e valores, lançamos outra promoção para as bandas que nunca ensaiaram no Estúdio e querem conhecê-lo ensaiando:
- 2 horas = R$ 15,00;
- 3 horas = R$ 20,00;

Matrículas e agendamentos de ensaio??? Entre em contato enviando um e-mail para estúdiooct@gmail.com ou ligue para 81187616/84086339/92832443/843119770
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O evento está sendo puxado pela banda Antiguidade Moderna e sua equipe de trabalho. A proposta é simples: shows acústicos com almoço de confraternização dos agentes e amantes do rock cuiabano-varzeagrandense.

O local escolhido para primeira edição é o já conhecido Declyver Snooker Bar. O evento rolará no próximo sábado, dia 22/08, a partir das 10:00h. As bandas confirmadas são Antiguidade Moderna e Tiasques. O palco também estará livre para àqueles que se sentirem à vontade para dar alguma palhinha.

A entrada ficará apenas ao valor de R$ 5,00. Vamos???
Posted by Maximiliano Merege Categories: Marcadores: , , , , , ,



For your Love

Sim, há muito essa coluna pedia um review sobre o monstro mais sagrado do rock inglês. Exagero? Absolutamente não!

Pois bem, ao lado de bandas como Shadows, Beatles, Rolling Stones, Animals e The Who, os Yardbirds figuaram como um dos nomes mais importantes de toda a história do rock, não apenas por terem sido a casa de três dos maiores guitarristas da história segundo a (verdadeira) revista Rolling Stone: Eric Clapton (#4), Jimmy Page (#9) e Jeff Beck (#14); mas por ser uma das primeiras a investir pesado em experimentações sonoras sem parecer prolixa e pedante como as bandas de progressivo e, obviamente, por fazer músicas que literalmente colam em nossas mentes e corações.

Surgidos em 1963, nos subúrbios londrinos, os Yardbirds começaram tocando clássicos do blues de Chicago (Bo Didley, Howlling Wolf, Elmore James, Sony Boy Williamson II, Muddy Watters etc) e contavam com Keith Relf (vocais e harmônica), Jimmy McCarty (bateria), Chris Dreja (guitarra) e Paul Samwell-Smith (baixo). Não demorou e juntou-se à banda o jovem Eric Clapton (guitarra).

Nesta formação seguiram até fevereiro de 1965. Gravavaram ótimos singles, até o dia em que "For Your Love" e "Heart full Of Soul" estouraram nas paradas.

Apesar de concebida para ser um blues, "For Your Love" foi muito mais além e alçou a banda para um sucesso imediato, que os integrantes sequer imaginavam alcançar. Clapton, vendo que aquilo não tinha nada a ver com suas convicções pessoais e artísticas, arrumou as malas, deixou a banda e foi tocar com John Mayall e em seguida formar o Cream. Para o seu lugar entrou Jeff Beck, um músico igualmente excepcional que ajudou os Yardbirds a terem as características com que seriam para sempre lembrados.

Não obstante, o baixista Paul Samwell-Smith também foi embora, abrindo vaga para um rapaz conhecidíssimo dos estúdios de Londres, chamado Jimmy Page; e dessa forma a banda seguiu até o final de 1966, quando Jeff Beck também saiu.


The New Yardbirds

Com a formação mais "enxuta", a turma continuou tocando, mas desta vez era comandada por Jimmy Page, que do baixo migrara para a guitarra.

Em julho de 1968, a banda tem seu fim. Mas não contente com essa situação, e com o nome "Yardbirds" às moscas, Jimmy Page resolve retomar as atividades, e recrutar para a nova encarnação do grupo o crooner Robert Plant, o baixista John Paul Jones e o baterista John Bohan. A nova banda se chamou, por um mes apenas, The New Yardbirds. Todavia, graças à sugestão do amigo Keith Moon (baterista do The Who) adotaram o nome de Led Zeppelin, mas isso é assunto para outro dia.


Pós-Yardbirds

Eric Clapton, além de ter formado o Cream, fez uma brilhante carreira-solo e, assim como Jeff Beck e Jimmy Page, tornou-se uma referência universal em termos de guitarra.

Keith Relf, com a ajuda de Jimmy McCarty e Paul Samwell-Smith, formou um grupo de folk rock chamado Renascence. Relf morreu electrecutado, em 1976, enquanto tocava uma guitarra mal aterrada.
Cris Dreja parou de tocar profissionalmente e seguiu, de modo bem sucedido, a carreira de fotografo de rock.




Reuniões...

Em meados dos anos 80, os Yardbirds remanescentes esboçaram uma reunião sob o nome de The Box Of Froggs. Gravaram dois elepês, alguns poucos singles, e a coisa parou por aí, ao menos até 1992...

Em 1992, os Yardbirds se reunem de fato para para o seu ingresso no "Rock'n'Roll Hall of Fame", uma espécie de "Oscar pelo conjunto da obra", aplicado aos serviços prestados ao rock. Com excessão de Eric Clapton, que na época estava em tournée com seu disco acústico, e do falecido Keith Relf, representado por viúva e filho, todos compareceram.

Neste ensejo, o guitarrista Chris Dreja e o baterista Jimmy McCarty recrutam mais uma boa turma de músicos para acompanhá-los nessa estrada. Saíram-se muito bem, diga-se de passagem, pois em 2003, os mesmos fundadores juntaram-se a Jeff Beck e mais uma série de convidados ilustres para gravarem o disco "Birdland". Desses convidados, alguns são bem conhecidos nossos: Brian May, Slash, Joe Satriani, Steve Vai entre outros.

O que vale lembrar é que os Yardbirds foram (e continuarão sendo) uma dessas poucas bandas que ouvimos com ouvidos e corações abertos, em qualquer época da vida.

Um grande abraço a todos e até a próxima.

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Publicado no domingo, 02/agosto/2009, no caderno Folha 3, jornal Folha do Estado - Cuiabá/MT

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For Your Love


Herat Full Of Soul


The Shape Of Things


Dazed and Confused


Eric Clapton, Jeff Beck & Jimmy Page - Layla
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Nas palavras da banda:

"ATENÇÃO GALERA!!

O Branco ou Tinto está participando do "Concurso de Bandas do Brasil" da TV União de Fortaleza com o clipe "Confissão Sem Culpa".

Mande um torpedo SMS para o número 49403 com a palavra BANDA 1 e nos ajude a trazer este prêmio para nossa terrinha!

Mas corre que é somente até o dia 20."

O Video-Clipe:
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A proposta do Orkontro é simples: uma reunião descontraída, entre os amantes da cultura gótica e àqueles que querem a conhecer, com rodas de violão, conversa informal, ao passo que planejam ali, na espontaneidade, suas próximas ações. Não resta dúvidas que o "Cena Morta" é um dos movimentos mais originais e criativos que surgiu em Cuiabá nos último anos!

Neste domingo, acontecerá a partir das 16h - sem hora pra acabar! - ao lado do Parque Aquático da UFMT. Todos estão convidados!
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A entrevista de hoje, que foi realizada por Josa Hilayama, é com a banda Mallord, que tem 2 anos de estrada, formada por Luiz Felipe, André Reis, Fellipe Biazi, Leonardo Braun e Paulo. Assim como na semana passada, a dividiremos em duas partes.

Mallord_Maio de 2009


1. Josa: Primeiramente, qual o nome de cada um e que instrumento toca?
Mallord:
Luiz Felipe – Guitarra/back vocal
André Reis – Guitarra/back voca
Fellipe Biazi – Bateria
Leonardo Braun – Vocal
Paulo – Baixo/back vocal

2. Josa: Onde começou a banda? Qual a história de vocês e quando se conheceram? A amizade veio com a banda ou já era de outras datas?
Mallord:
A banda começou em Cuiabá mesmo, teoricamente há muito tempo. Eu (Luiz) queria fazer uma banda de pop no começo (há uns 6 anos) e depois de metal melódico. Conheci o Paulo e o André pela Internet. Mas na época o André não queria banda e com o Paulo não deu nada e tals, hehe. Ai o tempo foi passando...

Montei a The Brains, depois um ex-guitarrista colocou o nome de Malord... e agora é Mallord. Eu tive a idéia de fazer banda há uns 6 anos, quando eu tinha uns 12, hehe... chamei amigos, mas nunca deu certo.. em 2005 formei a The Brains, mas na verdade era só eu e um amigo, o José Victor (Baixo). Ai ele acabou saindo também.

Chamei um amigo: Augusto Bouret (guitarra/vocal), que deu o nome de Malord, as inicias dos integrantes na época (Mozer, Augusto, Luiz, O Renato e Daniel, hehe... destaque para O Renato, asuhuhsa). Mas essa formação nunca deu nem daria certo, então Augusto e eu chamamos dois amigos nossos de longa data, os irmãos João Pedro (Baixo) e José Luis Demeneghi (Bateria) e também o Leonardo Braun (vocal, que era indicação do Paulo). Depois de um tempo nós decidimos tirar o Leonardo da banda e nós mesmos fazermos os vocais. A banda virou um quarteto. Nesta formação a Malord fez os primeiros shows. José desistiu de tocar e chamamos Fellipe Biazi (atual baterista, um maluco que a gente conheceu na escola de música e que estudava no mesmo colégio que a gente). A banda, então, melhorou muito o trabalho.

Eu e o João resolvemos que com o Augusto não daria mais certo (até hoje ele é grilado comigo, mas infelizmente, SÓ comigo, achando que a decisão era só minha) e ele acabou saindo. Malord virou um power trio e eu, particularmente, julgo o Power trio a segunda melhor formação da banda.

João Pedro, o maldito, incrivelmente desistiu de tocar e deixou a gente sozinho na banda, haha. Chamei o Leonardo Borges (ou Innocent In Exile - Guitarra) e de novo, o Leonardo Braun (vocal). O Borges chamou um amigo pra tocar baixo, o Piolho. Porém, era difícil nos comunicarmos com o Piolho, pois roubaram o telefone dele, etc, hehe, (então resolvemos ficar sem baixista até acharmos outro). Paramos por uns 4 meses devido aos meus estudos, mas ensaiamos duas vezes nesse período.

Falei com o André sobre a banda e chamei-o pra tocar. Ele KISS (quis) tocar desta vez e foi ensaiar. A banda teria 3 guitarras, mas alguns dias depois Innocent disse que queria sair por um tempo pra estudar mais guitarra, então ficaram só dois guitarristas: Luiz e André. Mas como não tinha baixista, André tocou baixo por um tempo. Depois ele chamou um colega de trabalho, o Márcio, pra tocar baixo. Mas era muito difícil pra ele tocar perfeitamente com a gente por causa de problemas pessoais. Então ele não ficou na banda.

Braun chamou o Paulo pra ver nosso ensaio e, no próprio, ele disse que tocaria baixo com a gente. Como tínhamos um show marcado pra mesma semana, André tocou baixo no show, mas 3 semanas depois, a banda já estava com a atual formação no outro show. Resolvemos então mudar o nome pra Mallord.

3. Josa: E sobre o nome Mallord, quem dei a idéia e ele além de conter as “iniciais” da antiga formação, ele possui outro significado?
Mallord:
Como foi dito anteriormente, Malord era a junção das inicias dos integrantes de uma formação que nunca daria certo, hehe, mas acabou soando bem. Resolvemos mudar para MALLORD, com um significado louco: o LORD do MAL é MAL, um LORD (traduzindo – o Lord do mal (diabo) é um lord ruim, exerce mal sua função de Lord).

4. Josa: Que tipo de música e banda que influência a Mallord?
Mallord:
Principalmente o Rock And Roll/ HARD ROCK / HEAVY METAL clássico em geral, dos anos 50 até 90. Mas também somos influenciados pelo blues, por Metal Melódico, Rock Nacional e música clássica (CONTINUA...) .

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Mandala Soul_"Luau do Cavalo"_2008

Daqui a pouco, às 21:00h, no Cine Teatro Cuiabá, Mandala Soul lancará o Video Clipe da música "Vibração".

A produção ficou por conta da "Terra do Sol", na parceria com Instituto Mandala. Parceria esta que resultou também no clipe do Branco Ou Tinto (Confissão Sem Culpa), o que de antemão já nos leva a concluir da "qualidade" do material...

Enfim, não só a banda convoca a todos os amantes da "boa música" a prestigiarem a festividade, como a própria OCT, enquanto parceira e apoiadora da banda que considera, senão a melhor, um das...

Portanto, NOS VEMOS LÁ!
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A gripe suína no México...

O Festival, que contaria com a banda cuiabana Branco Ou Tinto, e aconteceria neste próximo fim de semana, forçosamente teve que ser adiado para Setembro, por conta da propagação da famigerada "Gripe Suína". Foram também adiados todos os eventos do mês de Agosto, no município aonde aconteceria o evento, São José dos Pinhais.

Abaixo a nota de esclarecimento enviado pela organização do Festival nesta manhã:

"Em virtude da propagação da nova gripe e pelo decreto lei do prefeito da cidade de São José dos Pinhais, todos os eventos da cidade no mês de agosto estão cancelados. Incluindo a festa do Pinhão e o São José Rock Festival.
A preocupação com o publico, fez com que a organização do São José Rock Festival, adiasse para o dia 05 de setembro de 2009. A doença é séria e alarmante, esse foi o motivo que fez com que a organização tomasse essa decisão. Lamentamos por qualquer inconveniente.

Atenciosamente
Fabrício Luiz de Vitor – São José Rock Festival
"

Assim como o Festival, a entrevista do Branco Ou Tinto no Programa Upload, que aconteceria neste próximo domingo, 9/8, também foi transferida para Setembro.
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Males de Anto_Julho de 2009 no "Niver Rock".

PRIMEIRA PARTE (clique no link)

5. Rapaziada, retomando o "bate-papo", percebi que a lista de influências da banda é consideravelmente "extensa", desde bandas menos conhecidas a bandas mais conhecidas. Me digam, o que pensam, enquanto banda de rock, de toda essa discussão em torno do “mainstream” e “underground”? A banda vê uma polarização entre tais categorias? Se sim, o que a banda pensa de possivelmente algum dia chegar no mainstream ou permanecer no “underground”?

Caio B.: Particularmente não vejo polarização entre o mainstream e o underground. Existem outros termos como indie, alternativo, pop, etc. Há, no meu ver, uma espécie de gradação entre o preto e branco variações de temas (raiva, obscurantismo, romantismo, dor, etc) e acho que a Males de Anto está numa zona cinza dessa gradação . Acho até interessante bandas com letras confusas e sangrentas. Essas bandas têm um público muito fiel e isso é muito bacana, mas essa não é nossa praia. O importante é as bandas serem sinceras e terem alma, não se perderem no tecnicismo puro. Acho que a Males está amadurecendo e temos talvez uma chance de flertar o mainstream sem nenhum constrangimento ou sentimento de culpa, mas para mim isso não é meta e sim uma possibilidade. De qualquer forma eu sempre me vejo lidando com música, nem que for para fazer um CD sozinho como o álbum “La Belle Epoque” da exmachinna [pdk] (http://palcomp3.cifraclub.terra.com.br/exmachinna/)

Chinho: Eu acho meio complicado esse lance porque, por exemplo, a Pitty ficou muito pop depois de tornou-se mainstream. As pessoas que acompanhavam o trabalho dela certamente ficaram decepcionadas. Eu gostaria de chegar ao mainstream mas sem “mudar de cara” só para atender as exigências de gravadoras e produtoras.

Orlando Belleza: Estudo e pesquiso sobre música, teoria musical em várias vertentes musicais e gostaria de ter a oportunidade de ser reconhecido pelo meu trabalho, por isso gostaria de estar no mainstream.

6. Aproveitando a deixa da questão anterior, como visualizam essa polarização mainstream/underground na “baixada cuiabana”? Em qual categoria se encaixariam os “diferentes agentes” culturais do rock – coletivos, cooperativas, empresas, mídia - na leitura do Males de Anto?

Caio B.: Infelizmente não posso falar muito sobre esse assunto, pois estamos entrando agora na cena. A cena tem boas bandas, tanto as underground quanto as mais candidatas “mainstream”. Só me preocupa a sustentabilidade real dessas bandas. Pois tocar somente para músicos ou para pessoas que não curtem o tipo de som que a banda faz, não rola. Os agentes culturais, coletivos, etc tem que levar em conta isso. É importante. A gente está com a OCT pela acessibilidade e franqueza em relação á cena de Rock em Cuiabá, pois a Males não quer ficar tocando uma ou outra vez ou sob condições de restrição em relação a alguns lugares para tocarmos. A gente acredita que a OCT tem um bom cast de bandas e uma proposta interessante para o fortalecimento da cena. A gente só não se associa a OCT pelo fato de sermos de outra cidade e não correspondermos quando precisarem da gente. Esse negócio de “estourar“, ser a banda da vez essas coisas não nos iludem, vamos fazer o nosso som, nossa arte, sermos felizes tanto no barzinho quanto no palcão!

Chinho: Pelo que já vi e participei da cena, tocando na Contra Ação, minha opinião é que a cena cuiabana de rock é bem diversificada, com bandas boas, mas poucos espaços para tocar.

7. E o que o Males de Anto planeja para 2009? A médio e longo prazo, poderiam nos falar objetivamente quais os planos da banda?

Caio B.: A gente começou o projeto em meados de maio deste a no e já conseguimos gravar um EP Demo razoável e nosso objetivo principal é divulgar nosso Ep tocando em lugares possíveis e impossíveis. E já conversamos na possibilidade de gravarmos um single e um Democlip da Música “Reminiscências de um Lobo Prematuro” em setembro e Outubro e aproveitarmos a férias escolares e gravarmos o nosso primeiro CD com 11 a 14 faixas . Ouvimos uma gravação da gente ao vivo com o Igor Cavalieri e gostamos, por isso pensamos em gravar com ele. Tudo depende do amadurecimento de nosso som e de captação de recursos, já que todos da banda são quebrados!

8. Bem, chegamos no final da entrevista, e gostaria de agradecer a banda pela entrevista cedida, e parabenizá-los pelo talento e pela garra que demonstram! Desejo, em nome da OCT, que obtenham êxitos no que estão se propondo, que é mandar um rock n’roll de primeira qualidade! Peço que agora deixem um recado direcionado a todos os leitores do blog OCT e também os contatos da banda - msn’s, fones, e-mails, blog, hotsites etc.

Orlando Belleza: Obrigado, rapaziada! Acessem nosso blog e adicionem nosso Orkut para acompanharem o nosso trabalho!

Chinho: Valeu ai rapaziada . Bruno, Tênio, Ronny, Eduardo, Marcelo, Conan, Henrique... A galera toda da OCT. Obrigado por abria as portas apara a gente divulgar o nosso trabalho. Porque na nossa vila é foda! Abraço a todos os leitores do blog. Acompanhem a gente.

CaioB.: Valeu pela oportunidade galera da OCT e leitores do blog. Acompanhem a gente. Vamos estar sempre atualizando nosso blog.

Nossos contatos e links:

Fone: (65) (65) 8438-4330 (Caio B.)

MSN: carlosteacher@hotmail.com

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** Esta entrevista foi realizada entre os dias 31/07 a 2/08, por Bruno P. Rodriguês, via e-mails.
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Se tem uma banda que investe e acredita no seu trabalho, em Cuiabá, um exemplo seguro é Branco Ou Tinto, que nesse próximo dia 8 de Agosto, estará completando 2 anos de estrada, em grande estilo, nos palcos do São José Rock Festival, no Paraná.

Aproveitando a passagem por São José dos Pinhais, a banda concederá no dia seguinte (9/8), uma entrevista no programa Upload, da Tv Transamérica, que é transmitido em Curitiba no canal 59UHF, mas para o restante do mundo no www.transamerica.tv.br

Mas as novidades não param por aí não!

Semana passada o Video-Clipe "Confissão sem culpa" estreiou em rede nacional, através da TV União, de Fortaleza, Ceará. Segundo Welliton: "O canal pode ser assistido por TV aberta em inúmeras cidades do país, por antena parabólica em qualquer lugar do Brasil e pelo site da Rede União em qualquer lugar do mundo."

O B.O.T. também prepara o lançamento de mais um single, nos moldes dos dois últimos (gravação caseira), para o dia 6/8 (coincidência: no dia do ano em que foi lançado a primeira bomba atômica...), cujo título é "Abominável Inominável".

Finalizando, a banda também acabou de ser selecionada para mais um festival, que é o "Alternativo Rock Festival 2009", que será realizado na cidade de Itabirito, em Minas Gerais. O horário da apresentação ainda não foi divulgado oficialmente, mas já é certo a participação da banda!

Nós, que acompanhamos passo a passo o trabalho do B.O.T., ficamos felizes com todas essas conquistas da banda. Desejamos todo sucesso e sorte nessa caminhada!

Não conhece ainda o Branco Ou Tinto? Então acesse agora mesmo o

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Amazarak (SP)

Neste sábado no Cavernas Bar, cumprindo a agenda de shows nacionais, rola Burning In Hate, Cópula Infame (ambas bandas da casa) e a banda paulista de Black Metal Amazarak.

O show promete abalar as estruturas do Cavernas, pois tanto as bandas da casa, quanto a paulista, são bandas de grande qualidade!

Quem não conhece Amazarak, pode conhecer agora mesmo: MY SPACE AMAZARAK (clique no link)

O evento começará a partir das 22:00h, e a entrada ficará ao preço de R$ 10,00.

* Cavernas Bar está localizado na Avenidas Barão de Melgação, Centro, ao lado do Restaurante Serra.
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Retomando uma antiga prática do Blog OCT, hoje trazemos aos leitores deste espaço um pequeno bate-papo-entrevista com a banda Males de Anto, residente na cidade de Santo Antônio do Leverger, formada por Carlos B. Chinho e Orlando Belleza, que acabou de lançar o 1° Ep intitulado “Torres”, e que tem atuado como parceira da OCT. Assim, o “bate-papo” que segue abaixo (que é a primeira parte de duas) é fortemente marcado pela grande simpatia e senso de humor dos integrantes do ‘Males’, ao passo que expõem (mais ainda) o nível de maturidade da banda. Enfim, foi imensamente prazeroso trocar palavras com esta rapaziada, muito talentosa, e que sem dúvidas são a “surpresa mais agradável deste ano" – pelo menos até o atual momento. Boa leitura a todos(as)!


1 - Primeiramente, gostaria de parabenizar o belo trabalho da banda, e em seguida perguntar, por que "Males de Anto"? De quem foi a idéia?

Chinho: Já tínhamos esse nome num projeto anterior, no ano passado. Iria rolar até naipe de metais,mas não deu certo.

Caio B.: Dar nome é complicado! O pessoal viajava com nomes como Banda Céu, Banda Luz nomes bem light. Daí lembrei do nome do projeto anterior que é o nome de um poema do poeta português, António Nobre. Daí a gente viajou associando à nossa cidade, que chamamos carinhosamente de nossa vila e que nós somos os males dela...

Orlando Belleza: Eu ainda queria o nome Banda Céu!

Caio B.: Mas Quá!

2. (Verdade Caio, escolher um nome de banda é muito, mais muito complicado!rs O Tiasques quem o diga...) Bom, e quem são os integrantes de Males de Anto?Por onde cada um já passou?

Caio B.: Eu assumi o baixo e vocal na Males. Está sendo foda! Mas eu já iniciei vários projetos sempre tocando guitarra, já que componho e tenho muitas músicas. São elas: Ex-Machinna e Idrock. Tentei um projeto de “banda virtual” a algoritmos neuróticos. Bom agora vamos botar no 12 na Males de Anto.

Chinho: Já toquei bateria em vários projetos: A “Via Láctea” que tocava covers da Legião Urbana em VG. Daí vim para Santo Antonio e toquei por uns dois meses na extinta idrock, junto com Caio, toque num projeto chamado “Mãe do Morro”, e na “Conta Ação”, de VG . Então estamos na Males de Anto e vamos ver o que acontece.

Orlando Belleza: Já toquei na ex-machinna e na idrock também. Mas sou músico profissional e acompanho artistas de nossa vila. Sempre guitarra ou violão.


3. Legal rapaziada, dos projetos que vocês citaram, cheguei a conhecer o “Idrock” – aliás, na época achava o maior barato o nome da banda, bem “freudiano”... Então, quando ouço o som de vocês, vejo algumas semelhanças com bandas inglesas. Essa semelhança confere na lista de influências do Males de Anto? Nesse sentido, poderiam citar as principais influências do conjunto?

Chinho: Minhas influências não são inglesas. São bandas como Los Hermanos, Red Hot Chilli Peppers, Paralamas Do Sucesso, Nirvana entre outras. Eu não me importo muito com a origem das bandas. Tendo um som legal, com baixo e bateria bem trampada, eu curto.

Orlando Belleza: Eu gosto do Malmsteen, Steve Morse, Slash e outros heróis da guitarra. Como estou estudando Artes na UFMT tenho ouvido e tirado muita música erudita e sou um fã de Bach. Tento colocar essas influências na banda e tem dado certo.

Caio B.: Eu acho que as melodias da banda têm um quê melancólico por isso talvez haja uma associação com bandas inglesas. A gente tenta colocar a cadência de samba antigo, samba canção, tipo Cartola, Noel Rosa então... Mas eu sou um fã inveterado de bandas inglesas. Nem vou citar senão vou falar muito. Além do rock nacional dos anos 80, gosto muito dos Beach Boys, que são americanos, e acho que eles são e sempre serão influências para o nosso som.

4. O Males de Anto é uma banda de Santo Antônio do Leverger. Conte-nos como é o rock lá em cidade de vocês: shows, principais mídias, público, etc

Chinho: Não existe cena, a gente tenta organizar e promover alguma coisa parecida com cena. A gente tenta fazer micro eventos, ensaios abertos, tocar em lugares possíveis.

Caio B.: Exatamente, nós somos os males da nossa vila! A gente tenta achar espaços para tocarmos e não temos preconceito em relação a isso e nem fazemos muitas concessões. Os caras falam: “Ai vocês tocam Detonautas, Jota Quest, tá?”. E a gente fala “beleza” e então a gente manda nossas músicas e Molly's Chambers do Kings of Leon, My Sacrifice do Creed, e outros covers improváveis. No fim fica tudo bem ! O nosso negócio é divulgar nossas músicas. Estamos articulando com a OCT para participarmos da cena em Cuiabá e trazermos bandas para cá para movimentar a nossa Vila! Temos duas Rádios Comunitárias que qjudam a gente a divulgar o som e promovem eventos como o Festival de Praia no qual a agente está articulando para termos uma “tarde rock” na Praia Bar!

Orlando Belleza: Firmeza! (CONTINUA...)

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