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A cada dia que passa, o mercado pirata tem avançado em todos nichos de mercado, desde ralo de pia até remédios tarja preta... Não só a pirataria como uma parte da dificultadora da venda de Cd's (sobre o que tratamos agora), o mercado também alimenta muito a esse comércio paralelo. Por experiência própria com os cds da minha banda (High School), poucos parentes desembolsam míseros R$ 10,00 reais para "ajudar" a banda, pois o que você compra com 10 reais ??
- 2 pares de baquetas (chinfrin) ou
- 5 palhetas, ou
- 1 jogo de cordas vagaba de guitarra (enferruja na 2º semana)
- 2 pf regrados
- mais nada (novo e acho que nem usado também)

- O público hoje em dia tem a facilidade de baixar as músicas de quem quiser via programas como e-mule, kazaa, etc... entre vários sites de share também... Acaba que o cd da banda serve mais para divulgar trabalho da banda junto com produtores, promoters, eventos, sorteios, brindes, etc... Na cena de cuiabá, vender Cd ainda é mais complicado ! pois pelo fato de conhecer a galera, praticamente os mesmos frequentadores da cena, acaba que ficam "chorando" por 1 cd e ainda tem que ser autografado por todos da banda !!! Sem problemas, afinal nossa esperança mesmo é viver de shows, cds são apenas registros de um bom trabalho suado e merecido, investido ao longo de todo um trabalho que começou a 3 anos atrás.
- Vender músicas por faixa via download tem sido uma boa alternativa também, pois uma "leve" prensagem de 1000 copias hoje em dia sai na média de 2500 a 3000 dependendo do material e gostos... ou seja, gastando uns 5mil pra gravar + 3 pra prensar, faça a conta... agora, vendendo via internet, temos a facilidade de economizar esses quase 3mil reais, que no mercado alternativo, 30 reais já é muita coisa.

Segue matéria que saiu ontem no site Publicitário - Meio & Mensagem 24/01 - 15:21

"Vendas de música digital subiram 40% - Relatório da IFPI, a federação internacional da indústria fonográfica, aponta que o negócio movimentou US$ 2,9 bilhões em 2007. Apesar disso, a performance ainda não compensa as quedas na comercialização de CDs.

Segundo a IFPI (International Federation of the Phonografic Industry), as vendas digitais de música subiram cerca de 40% em 2007, mas o índice ainda não é o bastante para compensar a forte queda na venda de CDs. Os resultados da núsica difital representam 15% dos negócios totais do mercado. A fim de minimizar o problema, a representante da indústria fonográfica está pedindo aos provedores de internet um maior controle sobre o compartilhamento ilegal de arquivos.

A entidade elogiou o "Memorando do Entretenimento" (leia aqui), documento assinado em Paris por produtores de música e conteúdo audiovisual, provedores de internet e autoridades públicas, fruto de uma iniciativa do presidente francês Nicolas Sarkozy. A medida foi considerada um avanço significativo na luta contra a pirataria. Ela bloqueia o acesso de usuários que, frequentemente, baixam músicas e filmes ilegamente na internet. Uma sentença proferida na Bélgica, obrigando um provedor a bloquear o compartilhamento ilegal de arquivos, também aumenta a força da campanha da indústria fonográfica, assim como uma afirmação do governo da Grã-Bretanha de criar uma legislação específica sobre o tema.

O relatório da IFPI revela ainda que o download de faixas musicais cresceu 53% em 2007 e que há mais de 500 serviços de venda digital no mundo, o que representa aproximadamente seis milhões de arquivos disponíveis para os consumidores. A proporção de músicas baixadas ilegalmente para as comercializadas é de 20 para 1. Detalhe curioso: a campeã de vendas no formato digital em 2007 foi Avril Lavigne, com 7.3 milhões de downloads para o hit Girlfriend."

Texto:Bruno Coringa - High School

1 Comentario para CD JÁ ERA?

27 de janeiro de 2008 03:37

De hoje em diante o que sutentará uma banda não serão mais as vendas de cds, contratos com gravadoras, selos, etc. A sustentação virá dos shows. Interessante esse ponto de vista.
abraços!
BRuno P. ROdriguês

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